Demanda aumenta e soluções usadas antes apenas para grandes corporações são redesenhadas
As pequenas e médias empresas viraram um campo lucrativo para as companhias que desenvolvem soluções de TI. Quem tinha apenas grandes companhias como clientes está mudando seu modelo de negócios para atender contratos de pequeno porte. O movimento se justifica: de acordo com o Sebrae, das cinco milhões de pequenas empresas no Brasil, 54% têm pelo menos um computador instalado e, entre essas, 82% possuem conexão à internet – metade com acesso em banda larga.
Na verdade, o potencial de compra de produtos e serviços de TI pelas organizações de porte reduzido já é explorado há alguns anos por pesos-pesados da indústria, como IBM, HP e Microsoft. O que muda agora é que soluções antes consideradas exclusivas para grandes compradores são redesenhadas para atender orçamentos e necessidades menores e as companhias que nunca fizeram negócios com pequenos empresários passam a rever estratégias de desenvolvimento.
Fonte: Valor Econômico. (Leia a matéria completa em pdf aqui)
Onde os pequenos e médios empresários do setor de TI devem investir para conseguir mais clientes nos próximos anos? Segundo consultores e especialistas do mercado ouvidos pelo Valor, o mapa da mina mostra placas em várias direções, como a segurança da informação, os sistemas de gestão empresarial e a convergência multimídia.
Para se ter uma idéia, somente no ano passado foram gastos no Brasil US$ 370 milhões com soluções para proteger redes de computadores de ataques eletrônicos. Em 2008, essas despesas devem engordar mais de 15%. Por outro lado, o setor de convergência multimídia, que pode levar o mesmo conteúdo para a TV, computadores e celulares, promete uma taxa de crescimento de 20% por ano, até 2013.
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Quem já está aproveitando a internet para vender seu peixe não tem do que reclamar. A Tecla, empresa de 45 funcionários que trabalha com hospedagem de sites para pequenos e médios negócios, deve fechar seu primeiro ano de atividades com um faturamento de R$ 9 milhões.
“O Brasil tem 1,5 milhão de domínios registrados diante de 6,5 milhões de empresas formalmente registradas. Considerando que cada empreendimento pode ter mais de um site, ainda temos uma grande lacuna a ser preenchida”, acredita Cristian Gallegos, diretor da Tecla, que planeja crescer até 20% acima do ritmo do mercado, em 2009. O setor de hospedagem de sites apresenta uma taxa média de crescimento de 25%, por ano. Nos próximos meses, a companhia, que desenvolveu oito novos produtos em 2008, deve lançar um sistema de comércio eletrônico para micro e pequenas empresas.
Fonte: Valor Econômico
Também publicada no Valor Online.
O Grupo RMA criou um Programa de Estagiários focado no desenvolvimento profissional de universitários do 3o e 4o ano. Esse programa permite ao aluno adquirir novos conhecimentos por meio de experiências práticas em comunicação e marketing, com base nos valores e diferenciais da RMA, entre os quais destacam-se metodologia, inovação e qualidade dos resultados. Com isso, jovens talentos podem ser tornar profissionais qualificados e diferenciados. O programa terá duração de até dois anos, período no qual o estagiário passará por um aprendizado contínuo, acompanhado por um mentor, além do seu chefe direto. O programa de estágios terá ainda:
- Descrição formal das tarefas e responsabilidades (DC);
- Um programa de treinamentos formal;
- Acesso às informações corporativas para trabalhos escolares (ex. TCC);
- Aprendizado focado em competências e habilidades;
- Complementação da formação acadêmica e aquisição de experiência profissional, com a participação em módulos de treinamento voltados para o desenvolvimento de competências e habilidades;
- Supervisão do RH.
Ao fim do programa, os estagiários podem ser efetivados, dependendo do seu desempenho e da disponibilidade da vaga. Perfil Desejado:
- Disponibilidade para estagiar seis horas;
- Domínio de informática (Office);
- Dinamismo;
- Pró-atividade;
- Criatividade;
- Interesse pelo seu auto-desenvolvimento;
- Facilidade para desenvolver trabalhos em equipe.
Benefícios:
- Ajuda Alimentação;
- Vale Transporte;
- Bolsa auxílio;
- Férias;
- Seguro de vida em grupo.
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De bactérias a seres complexos, de civilizações a galáxias – o game Spore permite que se crie tudo com extrema riqueza de detalhes.
Começou uma nova era no universo dos games. Planetas fantásticos, criaturas estranhas, interação entre as galáxias. No comando, qualquer um de nós. Foi lançado na semana passada o jogo Spore, desenvolvido pelo designer americano Will Wright, o mesmo que já revolucionou o mercado com SimCity e The Sims. O Spore segue a mesma linha dos antigos simuladores, mas oferece possibilidades inimagináveis até para as mentes mais criativas. Nele, o jogador atua como Deus, viaja por um universo em três dimensões e escolhe um planeta para povoar. Desenvolve criaturas, a começar pela mais simples. E vai criando os demais seres. Pode acompanhar a sua evolução, a disputa por territórios, o desenvolvimento do cérebro, a organização em comunidades, o advento de civilizações e as conquistas espaciais. O jogo faz um passeio pelas teorias científicas, mas é muito mais do que diversão para crianças. Na verdade, trata-se de uma plataforma que permite a jogadores de diversos países interagir numa mesma galáxia.
Leia a matéria completa.
Fonte: ISTOÉ








































