• Promovendo o bem de dentro pra fora

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    O Grupo RMA em parceria com a ONG PROBEM promovem a campanha "Promovendo o bem de dentro para fora", seja solidário e participe.

  • Os Eleitos - Top10 Ideias Sustentáveis Grupo RMA

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    Conheça os 10 selecionados da primeira fase da Campanha Ideias Sustentáveis do Grupo RMA

  • Você sabe vender seu peixe?

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    RMA lança concurso cultural nas redes sociais para atrair novos talentos

  • Parceria Grupo RMA x Lewis PR

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    A nova parceria oferece aos clientes atendimento e resultados com o mesmo padrão de qualidade em diversas partes do mundo.

13
nov

Kit Wi-Fi para o gamer

por RMA

Você joga muito online no Playstation ou no Xbox e acha que o streaming está pesando no roteador? Um jeito de desafogar a conexão é usar um extensor de mídia como o Gaming 5GHz Wireless-N, da NetGear. Trata-se de um kit com dois pontos de acesso Wi-Fi de banda dupla trabalhando na frequencia de 5GHz para fazer a ponte sem fio de alta velocidade entra a rede e o videogame. O produto também pode ser usado para o envio de vídeo em alta definição do PC para o console. No Infolab, o desempenho dele foi muito bom- alcançou taxa de 43,7 Mbps e funcionou com 80% do sinal a uma distância de 30 metros.

Fonte: Info Exame

Nem todas as empresas do mercado de tecnologia da informação (TI) têm enfrentado problemas com a alta do dólar. Enquanto fabricantes de computadores e eletroeletrônicos quebram a cabeça para negociar a importação de componentes e reajustar suas tabelas de preços, algumas companhias do setor tentam aproveitar a valorização da moeda americana. São empresas especializadas na prestação de serviços de tecnologia e que, a partir do Brasil, exportam hospedagem e gerenciamento de dados, suporte técnico, integração de software e desenvolvimento de sistemas. “As margens com contratos de exportação melhoraram muito. Vamos lucrar cerca de 30% a mais neste trimestre”, diz Jair Ribeiro, presidente da CPM Braxis.

O que beneficia as empresas de serviços de TI é a queda no preço da mão-de-obra local. Como os contratos são fechados em dólar, o país ficou mais competitivo, fazendo frente a países latinos como México e Argentina, além de China e Índia. Há duas semanas, diz Ribeiro, um cliente da CPM Braxis, que até então dividia seus contratos de serviços com um provedor de TI na Irlanda, decidiu centralizar tudo no Brasil.

As transações também ganharam fôlego na unidade brasileira da Tata Consultancy Services (TCS). “Conseguimos novos contratos e renovamos boa parte dos já existentes”, comenta o presidente da TCS Brasil, Cesar Castelli. Com os resultados, a TCS planeja ampliar seu quadro de pessoal em 500 profissionais até março de 2009, mês em que fecha seu ano fiscal.

Mas nem tudo é festa para os vendedores de serviços de informática. Como em qualquer outro setor, paira sobre as empresas o receio de que a crise econômica corte os investimentos em tecnologia. “Do ponto de vista cambial é um bom momento, mas o problema é que a crise está indefinida e isso paralisa boa parte dos projetos”, comenta Djalma Petit, diretor de mercado da Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex).

Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação (Brasscom), o momento pode ser um dos melhores para o setor. “Essa crise, na realidade, pode ter um efeito positivo. O mundo vai continuar buscando maneiras de fazer as coisas de forma mais barata”, avalia. “Claramente há uma oportunidade para o país.”

Entre as incertezas, a expectativa geral é de que o dólar se estabilize acima dos R$ 2,00. “Há um consenso de que a moeda americana não deverá voltar tão cedo à casa dos R$ 1,60″, diz Marco Stefanini, da Stefanini IT Solutions. Dos R$ 500 milhões que a Stefanini prevê faturar neste ano, 20% está atrelado à exportação de software e serviços. A expectativa é de que a fatia internacional cresça para 30% em 2009. “O mercado deverá corrigir as distorções do câmbio acumuladas nos últimos dois anos.”

Calcula-se que o mercado global de serviços de tecnologia movimentará cerca de US$ 1,3 trilhão em 2010. Desse total, US$ 600 bilhões serão consumidos por projetos terceirizados a companhias que operam no mesmo país de seu cliente. Outros US$ 110 bilhões terão como destino prestadores globais de serviços. A expectativa da Brasscom é que o país atinja US$ 5 bilhões em exportação de serviços até 2011, com a capacitação de 100 mil novos profissionais na área.

Fonte: Valor Econômico

Brazil is the only country in which US power company AES (NYSE: AES) holds telecommunications operations.

To understand the company’s strategy in the sector, the possible expansion of infrastructure services to other countries and the broadband over powerline offer in São Paulo, BNamericas spoke with AES Eletropaulo Telecom president Teresa Vernaglia.

BNamericas: How does AES Eletropaulo Telecom work within the group?

Vernaglia: In Brazil, AES is comprised of seven companies, including power generation and distribution, as well as the two telecommunications companies – one in São Paulo and one in Rio de Janeiro – and all have independent management.

In the telecoms companies’ case, even though they are in the same business, they are separate companies. When AES came to Brazil in 1998, it took part in a consortium for the acquisition of [São Paulo state power company] Eletropaulo and another consortium for [Rio de Janeiro state power company] Light. AES was majority owner in the São Paulo concession and in the unwinding of the cross holding of shares in Light, AES ended up without any electrical asset in Light, but did keep the telecoms operation. The brand Light stayed with the power concessionaire while the telecommunications company was named AES Com.

BNamericas: Is there any cooperation between the Rio de Janeiro and São Paulo companies? What is the size of the network?

Vernaglia: The engineering teams are very integrated, mostly in the planning part, network technology. The sales sectors work locally due to each market’s specific demands and dynamics, level of competition, as well as to guarantee the agility in servicing clients, which is very important for us and a differential for those which need last mile infrastructure.

The São Paulo network has installed capacity of around 200 gigabytes. A great part of this capacity is occupied and the network is 100% fiber optic and redundant. It has a topology which enables, in cases of failure, a redundancy to take over without affecting the high level of service. This network has implemented services in over 90% of the metropolitan demand for business connectivity in São Paulo. The São Paulo network has 2,000km and if added to the Rio de Janeiro one, there are over 4,000km.

BNamericas: Why does AES only maintain telecommunications operations in Brazil out of all countries it works in?

Vernaglia: In terms of the business model, Eletropaulo Telecom and AES Com have shown it to be viable in Brazil due to both companies’ positive results. However, at the time when these operations were built, AES also created other initiatives in other countries which did not work out. In Venezuela, the telecommunications company had to be sold due to the nationalization promoted by [President] Hugo Chávez.

BNamericas: Do you consider it possible for the international AES group to create other telecoms initiatives based on the Brazilian success?

Vernaglia: Yes, totally. Actually, there are already a few initiatives. In Africa, for example, the company has power distribution operations in countries which are very poor in infrastructure. The Brazilian group is already a reference within the group in terms of telecom, creating opportunities for local professionals to support this African market in implementation: the steps which need to be followed, investments, all the new business’ drivers.

One can imagine that many operators that work in Brazil will eye that market too. Therefore the business strategy starts to get very interesting – as AES is seeing growth potential there, other operators will too. This is a challenge for the holding, to catalyze other countries’ initiatives and [use synergies from] the Brazilian team.

BNamericas: Due to the natural trend of data traffic volume to grow in your network, do you need to constantly increase the capacity of the network? When is it worth expanding geographically to meet client demand?

Vernaglia: There are two pillars for expanding. One of them is according to increased consumption in the larger bands, then we have to expand the capacity of this implemented network. The other pillar is the expansion of capillarity according to new market demand.

It is worth expanding geographically when, as any infrastructure company, we generate profit. The company does not offer any other added value service and this is an important point. Also, infrastructure is becoming more and more critical – it is always on the edge. What justifies expanding to a new area is to be very sure that there will be a client to buy that capacity in that specific region.

As we have a lot of credibility with our clients, this move comes from them. They are the ones coming to us and asking for us to take our high quality services to other regions. Now we are going through a process of determining to which regions we should take our network with a guarantee of having these clients as our clients in the new locations.

BNamericas: How many clients does Eletropaulo Telecom have and how many cities do you cover?

Vernaglia: We have about 80 clients and 24 cities covered in the metropolitan region of São Paulo for a strategic reason – this is where we started building the network since the beginning of the operation. But we have a multimedia communications service license and we can operate anywhere we want in Brazil, and we are thinking of expanding our network to other cities in 2009.

BNamericas: What do you expect in terms of revenue and investment this year?

Vernaglia: In the past five years, we have invested about 70mn reais [US$30.5mn] and this year we expect to invest a total of 34mn reais to expand the network and increase capacity. We ended 2007 with over 70mn reais in revenues and we expect to grow above 30% this year compared to last year, maintaining a high Ebitda margin. It is a sustainable business, very important in this moment of liquidity crisis.

BNamericas: What about the broadband over powerline offer? Would you possibly offer service to end-users after telecoms regulator Anatel’s authorization?

Vernaglia: I am used to saying we do not suffer from identity crisis. We are all about infrastructure. However, it is obvious we aim to grow. As broadband consumption has been increasing, there is a demand for a higher capillarity of the network.

We have an engineering, planning and development team focused on how to make the network expansion viable to meet this demand within our business model and one of the options is BPL, a technology which enables us to expand the fiber optic capillarity guaranteeing a relatively faster expansion and meeting the expectations for bandwidth. We have been performing tests to look at this technology.

Anatel’s recent public hearing on the matter is a very important signal for us to continue testing because no technology will be deployed without a regulator looking at it.

At the point we are now, we can expand the capillarity very quickly as long as we prove everything right. The aim is to make infrastructure available with even more capillarity for operators to be able to promote broadband in residences. Our business is to provide connectivity so that operators can provide the services to end-users.

BNameircas: What has been generating the most business volume for the company?

Vernaglia: 3G, but not only that. The healthcare sector too, institutions which need to exchange images as laboratories have been consuming more bandwidth in the business area. This neutrality is very important to gain clients, it is a trust relationship because we will never steal our client’s clients and because they can count on our stable network. It is always available.

ABOUT THE COMPANY:AES Eletropaulo Telecom’s main business focus is to provide high availability and reliable solutions for local access in the São Paulo metropolitan region for fixed and mobile telephony operators.

The company works principally with businesses in the metropolis, providing high speed voice, data and image traffic.

Eletropaulo Telecom is part of one of the world’s largest power companies, AES, which owns and operates a diverse and growing portfolio of generation and distribution businesses with the capacity to serve 100mn people worldwide.

About Teresa Vernaglia

Teresa Vernaglia has been heading AES Eletropaulo Telecom since 2001, where she has been responsible for the consolidation and expansion of the company.

Previously, the executive worked for nine years in NEC do Brasil in the areas of implementation engineering, systems and business development in mobile telephony during the privatization process of the Brazilian telecoms sector. She also took part in projects in Japan, Italy and the US.

In 1997, the executive took over the engineering and operations department in Nextel, where she was responsible for a countrywide coverage network for five years.

Vernaglia graduated in electrical engineering with an emphasis in telecommunications, and she also has an MBA.

05
nov

Falem bem ou mal, mas…

por RMA

Sacerdotisa das redes sociais, a americana Danah Boyd avisa: as empresas precisam aprender a interagir com os consumidores na web

A americana Danah Boyd, 30 anos, não faz parte da geração formada pelos ativos digitais, aqueles nascidos a partir de 1980 e plugados desde criancinhas. Mas navega e participa ativamente das chamadas redes sociais. Doutoranda na Escola de Informação da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a jovem de Altoona, Pensilvãnia, tem feito a ponte entre a academia e o mercado para discutir um tema que intriga as empresas: como interagir com usuários de sites como Orkut, Facebook e Twitter? Danah atua como pesquisadora em mídia social para corporações como Intel, Google e Yahoo!. Em janeiro de 2009, se mudará para Boston. Vai trabalhar no Microsoft Research, o laboratório de pesquisas e estudos de novas tecnologias da empresa de Bill Gates.

Segundo ela, estamos vivendo a economia da atenção digital, uma época que exige diálogo, interação e criatividade. Companhias que não enxergarem a diferença entre estar numa mídia tradicional e fazer parte de uma rede social podem ser excluídas dessa onda. “Diferentemente da TV, na internet os consumidores opinam e participam. Por isso, a comunicação precisa ser muito mais relevante”, diz Danah.

Qual é, então, a melhor forma de usar as redes sociais? Danah diz que basta experimentar. “Se uma marca não é falada, ela não existe. Então, falem bem ou mal, mas falem”, afirma. “As empresas precisam aprender a lidar com comentários negativos, criar diálogo com os internautas.” Segundo Danah, o que faz as redes sociais funcionarem é a necessidade das pessoas de estarem conectadas. “A publicidade, em geral, é uma péssima interrupção nas interações sociais. Só vale se for feita de maneira integrada ao meio.” Assim, um fabricante pode fazer um vídeo fantástico no YouTube sobre um novo carro. Os fanáticos por automóveis entrarão no MySpace para falar sobre o comercial e o vídeo vira um sucesso. “Mas tente fazer o mesmo com sabão. Não vai funcionar”, diz Danah. Para ter sucesso, a publicidade que usa tecnologia como meio deve estar no contexto certo. “Se for para vender, um link patrocinado, corno os do Google AdSense, é o caminho, mas para o fortalecimento da marca é preciso experimentar a rede social. Se vai dar certo, ainda não sabemos. Mas o que não pode é ser invasivo”, diz Danah.

ATRASO VIRTUAL

Empresas ainda usam poucos recursos da web 2.0 Embora 96,5°/à das empresas brasileiras considerem estratégico usar todos os recursos da internet, poucas ainda se beneficiam da web 2.0 e das redes sociais. E o que mostra pesquisa feita pela empresa de software de gerenciamento de conteúdo Vignette. 0 estudo ouviu 81 companhias que possuem websites voltados para o negócio e que faturam entre R$ 100 milhões e R$ 1 bilhão. Veja alguns resultados:

O ATUAL SITE DA SUA EMPRESA…

  • Permite que clientes insiram conteúdo? Sim 12,5% / Não 87,5%
  • Tem ferramenta para a criação de comunidades? Sim 10,7% / Não 89,3%
  • Prevê fórum e outras formas de discussão? Sim 19,7% / Não 80,3%
  • Reconhece o cliente e oferece conteúdo personalizado? Sim 39,3% / Não 60,7%
04
nov

Dinheiro em conta

por RMA

Fonte: Revista Gallery Leaders

A Elucid, empresa nacional de consultoria de informática, está com tudo e não está prosa.

No momento, substitui a poderosa SAP num projeto, que se arrastava há dois anos, para implantação de um novo sistema de billing na Enersul (Empresa de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul S/A), um trabalho que agora não levará mais do que seis meses.

A concessionária matrogrossense do sul, que pertencia à Energia de Portugal, é responsável pelo abastecimento de energia elétrica para mais de 700 mil pessoas. Não é só: o quadro de funcionários da Elucid, com 275 pessoas no início do ano, incorporou mais 60 profissionais desde julho e deve terminar o ano com um total de 350 empregados.

E a empresa prepara-se para construir um novo data center e uma nova sede em São Paulo para atender às novas demandas do mercado, com previsão de gastos que beiram os R$ 10 milhões.

Além disso, para elevar suas receitas no segmento de energia, a Elucid desembolsou, este ano, cerca de R$ 2 milhões no desenvolvimento de uma solução voltada para a gestão de obras das companhias de energia, chamada de E-Obras. E, agora, espera o tilintar das moedas. Segundo Michael Wimert, presidente da Elucid, a demanda por billing está a todo vapor, muitos contratos serão fechados em 2009 e em 2010, enquanto o investimento no sistema de gestão de obras deve gerar um aumento de 10% no faturamento e aumentar a base de clientes da companhia. “Nosso faturamento vai passar dos R$ 84 milhões registrados em 2007 para perto de R$ 100 milhões este ano – e atingir R$ 135 milhões em 2010”, alardeia Wimert.

A evolução dos negócios da companhia e as projeções de um cenário de curto prazo, extremamente otimista, alteraram, inclusive, o ritmo das negociações em andamento dentro da organização com objetivo de captar novos acionistas.

“Foi um trabalho muito cansativo de análise de várias propostas de investidores estratégicos da indústria de TI, que levou de novembro de 2007 a abril deste ano. Nós estávamos considerando incorporar novos acionistas, mas as empresas interessadas olharam os nossos números, baseados na nossa expectativa de bons resultados, e queriam ter uma participação majoritária. Nosso objetivo, contudo, era ter só investidores minoritários, com participação acionária no capital da empresa de até 30%”, conta Wimert. A decisão foi manter a empresa com seu atual quadro de seis acionistas, por enquanto, e deixar aberta a opção para 2009 e 2010 de colocar parte das ações na Bolsa de Valores de São Paulo. “A intenção é captar alguns recursos que permitam financiar aquisições de empresas na área de consultoria”, confia o executivo.

Apesar de consumir boa parte do tempo no trabalho de negociação com investidores, a Elucid, segundo Wimert, direcionou um esforço razoável no desenvolvimento de novas ofertas de soluções de sistemas comerciais e de gestão de serviços de empresas do setor de utilities. O carro-chefe de aplicativos da companhia é o sistema de billing, que dá suporte aos processos de tarifação, arrecadação e faturamento das concessionárias de energia elétrica.

É um sistema similar ao billing da SAP, mas muitas empresas brasileiras que implantaram o ERP da software house alemã acabaram adotando o aplicativo da Elucid. “Teremos uma onda bastante grande de billing nos próximos anos”, acredita Wimert.

Outro ponto forte da estratégia da Elucid, conforme seu presidente, são as soluções de mobilidade. “Estamos oferecendo uma solução, denominada e-Mobile, que permite às empresas de vários segmentos de negócios controlar e monitorar, com segurança, as informações transmitidas em campo. É uma aplicação de mobilidade que independe do meio de comunicação – rádio, celular, modem ou satélite”, explica o executivo.

No caso de uma distribuidora de energia elétrica, por exemplo, o funcionário de campo, utilizando um PDA, depois de ler e coletar os dados na residência ou na empresa, pode imprimir instantaneamente a conta e entregar para os consumidores com total transparência. “É uma solução que deve explodir em vendas. Pelo menos 13 empresas do setor de energia estão em fase de adoção”, diz Wimert, citando os projetos de Celpa (Centrais Elétricas do Pará), Cemat (Centrais Elétricas Matogrossenses) e Celtins (Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins), empresas do Grupo Rede. “Em regiões remotas, a solução está preparada para trabalhar com o que estiver disponível em infra- estrutura, seja celular, ADSL ou até linha discada. Trata-se de uma solução robusta e escalável. Até o final do ano, as concessionárias do Grupo Rede terão cerca de dois mil PDAs em uso com grande variedade de tipos de ordens de serviços”, afirma Wimert.

Gallery Leaders – Dinheiro em Conta

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