Laércio Cosentino fez da Totvs a maior empresa de software da América Latina sem compaixão pela concorrência — azar de quem cruzou seu caminho.
Camila Fusco
Corria o ano de 1978 quando Laércio Cosentino, de 20 anos, estudante de engenharia eletrônica da Universidade de São Paulo, ingressou na Siga, empresa de serviços de processamento de dados. Desde o começo, Cosentino nunca foi daqueles estagiários que ficam condicionados às tarefas secundárias destinadas aos aprendizes. Inquieto, autodidata e ousado, criticava a forma de gestão da companhia — inchada e mal administrada, segundo ele — e dava sugestões de como poderia melhorá-la. Em troca, negociava promoções com a chefia. Se atingisse determinada meta, queria chegar a gerente ou diretor, O que poderia parecer arrogância ou excesso de autoconfiança foi entendido por Ernesto Haberkorn, presidente da Siga, como iniciativa e competência. Haberkorn entregou a Cosentino, meros dois anos depois de sua chegada à companhia, a tarefa de reestruturar a Siga. Foi então que, aos 22 anos, o jovem foi promovido a diretor e conduziu a primeira de muitas reorganizações que viriam em sua carreira: demitiu 50 funcionários. “Ele sempre pensou de forma fria e me dizia que eu precisava pensar com o coração da empresa”, diz Haberkom.
Esse episódio do início da carreira de Cosentino reune a forma como ele passou a ser conhecido no mundo dos negócios. L,aércio Cosentino é um trator. Por trás da fala mansa e do jeito tranqüilo existe uma pessoa obcecada por eficiência e incapaz de tolerar desculpas. Um dos dez mandamentos corporativos que o norteiam é ser binário. Assim como só existem o zero e o 1 para os computadores, no vocabulário de Cosentino só há espaço para “sir” ou “não”. “Fez? Não fez? Quando vai fazer?”, pergunta. Suas reuniões de trabalho não costumam passar de 20 minutos. Não se trata de intransigência, diz Cosentino, mas de objetividade. Foi graças a esse traço que ele se tomou sócio de Haberkorn em 1983, na criação da Microsiga, o embrião do que é hoje a Totvs, produtora de sistemas de gestão empresarial e maior empresa de software da América Latina. A objetividade Cosentino somou determinação e nos últimos quatro anos, com a compra de todos os seus principais concorrentes, tomou-se o nome mais importante do setor de tecnologia do país.
É LONGA A LISTA DE AQUISIÇÕES que levaram à composição atual da Totvs. uma empresa avaliada em cerca de 1,2 bilhão de reais na Bovespa, de acordo com o fechamento do mercado no dia 8 de dezembro. Igualmente longa é a lista de empreendedores que ficaram sem emprego depois de vender seus negócios para Cosentino. A primeira a ceder ao trator foi a Logocenter, uma companhia de Santa Catarina. Alvaro Junckes, então presidente da empresa. permaneceu na nova posição durante um ano. ‘Havia um acordo de cavalheiros de que eu ficaria. Mas em geral o que acontece nas fusões é a demissão para não haver duplicidade de funções. E quem se dá mal é quem foi comprado”, afirma Junckes. Embora Junckes seja cliplomático, pessoas que acompanharam a fusão afirmam que sua saída foi prematura e aconteceu por divergências com Cosentino. Em 2006, a situação se repetiu com os irmãos Rodrigo e Henrique Mascarenhas. da RM Sistemas. Discussões sobre remuneração levaram os irmãos Mascarenhas a pensar em processar a Totvs. A pendência foi resolvida em 2007 e, logo depois. ambos deixaram a empresa.
COSENTINO NEGA QUAISQUER pressões para afastar os líderes das empresas compradas. mas, em pequenos gestos, acaba reconhecendo a fama de implacável nas negociações. O mais claro deles veio justamente no dia do anúncio à imprensa da incorporação de sua principal concorrente. a Datasul, em julho. Cosentino entrou na sala carregando uma enorme bandeira branca. sinalizando o fim de uma queda- de-braço que durou nada menos do que nove anos. “Foram anos de ‘elonios’ de uma empresa para a outra, mas essa bandeira é necessária para mostrar que estamos em paz”, disse, em tom irônico, na ocasião. Menos de cinco meses depois de oficializada a aquisição, Jorge Steffens, presidente da Datasul. também deixou a empresa. Muitos reagiram com surpresa à rápida partida de Steffens. Como Cosentino na Microsiga/Totvs, ele tinha passado toda a sua vida profissional na Datasul. Mas, segundo o fundador da empresa. Miguel Abuhab, o destino de seu pupilo já estava selado. “O Jorge sairia com ou sem a fusão”, diz Abuhab. “A empresa precisava de um líder para contornar o fato de que as ações estavam meio debilitadas.” Ou seja, até mesmo o maior concorrente queria um líder mais agressivo, com o perfil de Cosentino.
A liderança firme de Cosentino tem sido decisiva para os resultados que a Totvs tem obtido na Bovespa. Embora tenha registrado uma queda de 37% nas ações ao longo dos últimos 12 meses, a Totvs não teve seus papéis desvalorizados em comparação ao valor fixado no dia em que estreou na bolsa. 32 reais. “Ele (Cosentino) é orientado a resultados, e os investidores avaliam, neste momento. como a empresa se comporta em relação às despesas”, afirma Luciana Leocádio, analista-chefe da Ativa Corretora. A agressividade na consolidação das empresas de software de gestão do país também foi essencial para combater o avanço das gigantes internacionais, como a SAP, a Oracle e a Microsoft — todas elas interessadas no filão que mais cresce no competitivo mercado de ERPs. Apesar da dominância entre as grandes corporações internacionais, as estrangeiras enfrentam um concorrente duríssimo quando querem vender para as companhias de médio e pequeno porte daqui.
Em 2000, ao lado do ex-chefe Ernesto Haberkorn. hoje com 75 anos e líder do braço educacional da Totvs. Cosentino escreveu o livro Genoma Empresarial. A obra diz que, enquanto no ser humano não é possível extinguir características pré- determinadas pelos genes. nas empresas isso não só é possível como necessário. “Essa inclusão ou exclusão dos genes corporativos com base na evolução do mundo dos negócios é que cria um empresário de sucesso”. afirma o livro. Segundo a teoria da evolução. os mais adaptados sobrevivem. Os genes empresariais mantidos por Cosentino — e aqueles que ele expurgou ao longo dos anos — foram suficientes não só para garantir a subsistência da Totvs, mas para criar um titã. Azar de quem cruzou seu caminho.
A contenção de despesas decorrente da crise está levando as empresas a diminuírem também os valores destinados a viagens corporativas. Flávio Mesquita, diretor comercial da Amadeus, companhia que desenvolve soluções para o mercado de viagens e turismo, diz que, na percepção da sua empresa, que lida diretamente com diversas agências corporativas, nos últimos dois meses houve uma forte redução dos gastos com esse tipo de deslocamento. Mesquita conta que uma companhia do setor de tecnologia da informação chegou a suspender as viagens executivas em todos os níveis. “Para você ter uma idéia, o presidente da empresa fez um vôo usando seu próprio plano de milhagem”, exemplifica.
Mas os gastos corporativos com viagens já eram motivo de preocupação para os executivos financeiros antes mesmo da eclosão da crise mundial. Segundo estudo desenvolvido pela própria Amadeus, 60% dos gestores dizem-se insatisfeitos com a gestão do investimento em viagens. Para eles, tecnologias capazes de melhorar a produtividade dos funcionários em trânsito e garantir a excelência dos serviços deveriam ser as prioridades. O estudo foi feito em julho de 2008, com 120 altos executivos financeiros, na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia e no Pacífico.
De acordo Mesquita, as reservas de passagens aéreas em agências corporativas caíram entre 30% e 50% no País. “O primeiro impacto foi a redução da quantidade de bilhetes mais caros, para classes executivas”, informa, revelando que a própria Amadeus decidiu que neste fim de ano nenhuma festa da empresa poderá envolver viagens.
Umas das opções da companhias para reduzir gastos com viagens é intensificar o uso de tecnologias que possibilitem a interação à distância, como programas de mensagens instantâneas, videoconferências e transmissão de voz pela internet. Esse é o caso da Cimcorp, que atua no segmento de infra-estrutura de tecnologia da informação.
Segundo José Roberto Rodrigues, vice-presidente de tecnologia da empresa, em maio foi iniciado um projeto de colaboração que visa reunir pessoas sem a necessidade de deslocamento físico. “Usamos ferramentas de videoconferência para fazer treinamentos, reuniões internas e apresentações de produtos”, informa. Segundo ele, a medida é necessária devido à presença da Cimcorp em diversas capitais do País. “Não definimos um corte, mas fizemos uma campanha interna para que todos reduzissem o máximo de despesas, entre elas as que são feitas com viagens. A não ser que seja algo fundamental, como o fechamento de um negócio, a orientação da é que o encontro seja virtual”, afirma.
O diretor administrativo e financeiro da AES Eletropaulo Telecom, Eduardo Fom, observa que os gastos com viagens costumam pesar no orçamentos corporativos, ainda mais durante uma crise econômica. “Na AES, que é uma empresa muito grande e com atuação em vários parte do globo, tentamos como primeira medida reduzir os encontros internacionais”, comenta. “Em segundo lugar, procuramos reduzir o número de pessoas que participam desses eventos. A conferência por telefone ou internet é sempre uma opção.”
Fom diz que uma das medidas mais importantes para reduzir gastos desnecessários com viagens é fazer com que o deslocamento seja aprovado por níveis hierárquicos mais altos. “É o diretor-executivo da empresa no Brasil que vai aprovar uma viagem internacional”, exemplifica. Além dessas medidas, ele lembra que fazer uma pesquisa de preços também é fundamental. “Principalmente quando é viagem para fora do Brasil. Os valores podem variam em até 60% de uma companhia para outra”, comenta.
Sistemas
De acordo com o estudo, 71% dos executivos financeiros acreditam que é muito importante integrar tecnologia de viagens com sistemas de gerenciamento de gastos. No entanto, somente 18% de suas empresas têm esses sistemas realmente integrados. Para Mesquita, “uma das principais preocupações do gestores é não ter controle sobre as variáveis de alguma área da empresa”.
Segundo a pesquisa, um dos principais itens apontados como possível solução para o controle de custos são as ferramentas de self-booking, que permitem aos usuários planejarem suas próprias viagens. “O funcionário vai acessar a um portal no qual fará uma busca do destino. Os resultados da busca já aparecem filtrados, de acordo com a política definida pela empresa”. Mas, conforme Mesquita, tais ferramentas precisam comunicar-se com os sistemas de gestão que as empresas já utilizam.
O estudo aponta ainda que os executivos responsáveis pelo setor financeiro das empresas acreditam que os gestores de viagens precisam equilibrar melhor qualidade de serviços e gastos, negociando melhor os custos dos fornecedores e enxergando melhor a relação desse centro de custos com os demais orçamentos da companhia. “Boa parte dos gestores de viagens no Brasil não são especializados. Fazem serviços gerais e cuidam também das viagens”, diz Mesquita. “Os gestores de viagens precisam usar ferramentas para ter mais informações e conseguir conversar com os executivos financeiros na linguagem destes”, conclui.
O CEO da Totvs, Laércio Consentino, e Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless foram indicados para CEO do ano e Empreendedor do Ano, categorias do Prêmio INFO 2008, promovido pela revista da editora Abril.
Os candidatos ao prêmio são indicados por jornalistas e técnicos da revista INFO, que elegeu a inovação como principal critério este ano.
Saiba mais sobre o evento
http://info.abril.com.br/premioinfo/2008/
Quando cheguei a Antibes, na Riviera Francesa, achei que teria mais dificuldades na vida pessoal do que na profissional. Me enganei
POR DECIUS VALMORBIDA, diretor de marketing da Amadeus IT Group
Quem visita Antibes, cidade de 70 mil habitantes na região francesa de Côte d’Azur, entre Nice e Cannes, fica encantado como azul do mar Mediterrâneo e a vista para os picos nevados dos Alpes. A beleza da paisagem é realçada pela influência romana na arquitetura do centro e pelo castelo onde o artista espanhol Pablo Picasso morou durante seis meses, e que hoje abriga um museu em sua homenagem. Pouca gente sabe, mas Antibes também fica perto de um importante pólo de tecnologia, Sophia-Antipolis, conhecido como Vale do Silício francês. Empresas como SAP, HP e Cisco mantêm centros de pesquisa e desenvolvimento na região.
Depois de três anos na sede da fabricantede software para o mercado de turismo Amadeus em São Paulo, fui transferido para Antibes, em janeiro de 2006. Como não falava uma palavra de francês, achava que teria mais dificuldades na vida pessoal do que no trabalho. Aconteceu exatamente o contrário. Os processos e as regras das empresas são muito arraigados no país. Para promover uma mudança é preciso provar que ela vai ser boa para os negócios com base em pesquisas, plano de dez anos e relatórios de consultorias renomadas. Descobri que, na França, ninguém gosta de assumir riscos.
O maior exemplo de que a cultura empresarial é diferente aconteceu durante uma reunião de diretoria. Discutia-se a remuneração dos executivos, que passariam a receber uma parte fixa pequena e um bônus de acordo com os resultados da empresa, prática comum no Brasil. Percebi que alguma coisa estava errada quando concordei com a mudança e fui fulminado por olhares de censura. Nos bastidores, começou um zunzunzum de que eu não estaria ao lado dos interesses dos demais funcionários. Fui até chamado para uma conversa informal com simpatizantes do sindicato, para explicar melhor minha defesa dos interesses da empresa.
Os mal-entendidos ficaram para trás. Hoje estou adaptado à cultura francesa e à de Antibes. Morar numa cidade pequena tem benefícios, mas também contratempos. Um exemplo: os supermercados não abrem aos domingos. Farmácias e lavanderias fecham às 7 horas da noite. Essas peculiaridades exigem planejamento e adaptação. Muitas vezes, tenho de sair mais cedo do escritório e continuar o trabalho em casa para comprar um remédio para os filhos antes da farmácia fechar, Mas a prova de que sou quase um francês está na festa de final de ano da empresa, que acontece numa estação de esqui nos Alpes. Nessas ocasiões, não faço feio: encaro com desenvoltura as pistas mais dificeis da montanha.
Em tempos de crise, a pressão pela redução de custos dentro das empresas passa por todos os departamentos, e a TI não é exceção. Gilberto Caparica, diretor de Marketing da Cimcorp, fornecedora e integradora de produtos e serviços de TI com 20 anos de atuação no mercado, diz que “atualmente existe uma pressão clara para que a estrutura seja mais bem aproveitada, sem necessidade de grandes investimentos”.
Opinião que é compartilhada por João Stankevicius, vice presidente de Tecnologia. “Nessa crise, muitas empresas estão segurando os investimentos, já que não podem diluir os custos. O grande desafio é a gestão da demanda dos negócios, e nós precisamos, além de identificar as necessidades de nossos clientes, também enxergar os seus clientes, para que o primeiro possa prover melhores serviços”.
E como então ter uma TI de ponta, capaz de atender as necessidades dos usuários, seja uma meta financeiramente viável para as empresas? A estratégia da Cimcorp para auxiliar companhias de médio e grande porte é a ampliação do modelo Infra-estrutura como Serviço (IaaS), com a implantação de um centro de operações, também conhecido como NOC (Network Operation Center).
A Cimcorp investiu R$ 3,2 milhões na inauguração do centro de operações durante o primeiro semestre deste ano, e o modelo permite às grandes e, principalmente, médias empresas o acesso a ambientes completos e atualizados de TI, sem a necessidade de investimentos iniciais pesados.
No modelo IaaS todos os recursos tecnológicos são encapsulados como um serviço de TI e transformados em um investimento com pagamentos mensais. “Com IaaS é possível para as empresas pensarem em termos de serviços finais de TI necessários para a operação dos processos de negócios e não mais em recursos de infra-estrutura. O modelo também permite a preservação e a previsibilidade dos investimentos realizados em TI”, diz Tadeu Fucci, presidente da Cimcorp.
“Sem falar que o modelo IaaS funciona totalmente alinhado com as melhores práticas de governança, propostas por ITIL e COBIT”, segundo Stankevicius.
Serviços. O NOC amplia a atuação deste modelo de negócio, prestando três serviços específicos: monitoramento completo do ambiente de TI, estudo da capacidade do ambiente de TI e organização das informações sobre infra-estrutura de TI.
“O NOC permite monitorar remotamente a rede, o seu tráfego e sua capacidade, otimizando todos os processos de forma mais eficiente e com um custo menor”, diz Caparica.
O monitoramento do ambiente de TI envolve a disponibilidade dos serviços e das redes, controle de todos os aplicativos e tráfego, além do suporte local e remoto. “Os custos de monitoramento são compartilhados, com a garantia de soluções de back up, conectividade e segurança de primeira linha, através de especialistas”, diz Stankevicius.
O segundo serviço oferecido pelo NOC é o estudo da capacidade do ambiente de TI, também chamado de Capacity Planning, com o acompanhamento constante do consumo de recursos e desempenho dos aplicativos. Stankevicius ressalta que “este serviço em geral é usado por empresas que têm um grande parque de TI. Simulações permitem dimensionar o equipamento e software necessários para o negócio naquele momento e também prevendo o crescimento nos próximos anos, para que não haja uma compra superdimensionada ou até mesmo o contrário”.
Integração. A partir da experiência da Cimcorp em projetos de integração de ambientes e práticas de consolidação e virtualização de servidores e storage, no centro de operações são feitas simulações que apontam um plano de capacidade para suportar o processamento dos dados, levando em consideração o aproveitamento da infra-estrutura já existente.
O terceiro serviço será baseado em CMDB (Configuration Management Database – Base de Dados para Gestão da Configuração), voltado para a organização das informações sobre infra-estrutura de TI, envolvendo plantas, layouts, configurações de sistemas, processos de negócio e usuários, entre outros.
“Podemos dizer que é um modelo de gerenciamento que consolida os dados provenientes de várias fontes e os transforma em informações confiáveis dentro do ambiente de TI, que servirão para apoiar as atividades diárias da companhia, como tarefas de planejamento. Além disso, com o CMDB Federado é possível associar a camada de infra-estrutura a cada processo de negócio suportado por ela”, diz Stankevicius.
Outro serviço que contribui para a redução de custos oferecido pela empresa é o Ponto Informatizado, onde a Cimcorp disponibiliza estações de trabalho customizadas para o cliente, conforme a sua demanda.
“Nós entregamos tudo pronto, personalizado para cada funcionário”, diz Caparica. “É realmente plug and play, com todos os processos monitorados pela Cimcorp, atualização de softwares, segurança, back up, suporte… As iniciativas de se comprar hardware isolado são cada vez mais raras e a procura por este tipo de solução tem sido grande. As empresas precisam atualizar seu parque de estações de trabalho sem imobilizar recursos”.









































