• Os Eleitos - Top10 Ideias Sustentáveis Grupo RMA

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    Conheça os 10 selecionados da primeira fase da Campanha Ideias Sustentáveis do Grupo RMA

  • RMA é finalista do Prêmio Comunique-se 2010

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    Estamos entre as 10 maiores agências de comunicação do país na seleção do Prêmio Comunique-se 2010. Se você aprecia o nosso trabalho, pedimos o seu voto.

  • Você sabe vender seu peixe?

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    RMA lança concurso cultural nas redes sociais para atrair novos talentos

  • Parceria Grupo RMA x Lewis PR

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    A nova parceria oferece aos clientes atendimento e resultados com o mesmo padrão de qualidade em diversas partes do mundo.

Fonte: Valor Economico
Aquele capítulo do seriado antigo certamente está arquivado no You Tube. Para matar a saudade, melhor ainda se assistir na telona da TV, não é A californiana Netgear está lançando o TV Player (foto), que permite passar o conteúdo da internet para a TV. Nos mesmo moldes, traz o Digital Entertainer Elit, com 500GB de memória.

 

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Fonte: Recharge

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Barack Obama previously voted against opening up the trade for ethanol exports from Brazil, but it looks as if he is ready to change his mind.

Obama’s nomination of Tom Vilsack to the post of agriculture secretary, and his push for renewable energy as part of the answer to fixing the world financial crisis, have given Brazilian ethanolproducers renewed hope.

(…) “Obama is distancing himself [from Bush’s oil-friendly policies] and searching for alternative energy solutions,” says Joaquim Tavares de Paiva Muniz, an arbitration lawyer who works in the energy sector for Brazilian firm Trench, Rossi and Watanabe. Obama is taking a stand to end that pattern. His alternative energy infrastructure investment proposals are a defining part of Obama’s plan to ‘fix’ the financial crisis, Muniz says.

Leia a matéria completa on-line (página 15) ou baixe o pdf.

 

Producers take long way round and send exports on a Caribbean cruise.

trench_recharge_160109A Caribbean loophole provides a way to keep Brazilian ethanol exports afloat despite obstacles erected by the US Farm Bill.

As the US extends a $0.54-a-gallon tariff on their product, Brazilian ethanol producers’ best bet (unless they can negotiate away the tariff) is to ship ethanol tax-free to the US under the Caribbean Basin Initiative. At the moment, 2.3 billion litres of ethanol is permitted into the US through the Caribbean. The amount is capped at 7% of annual US consumption, an amount that has never been reached.

(…) But demand for ethanol in the US is weakening with falling oil prices. “The big difficulty today is that the price of oil is very low,” says Joaquim Tavares de Paiva Muniz, an arbitration lawyer who works in the energy sector for the Brazilian firm Trench, Rossi and Watanabe.

Leia a matéria completa on-line (página 20) ou baixe o pdf.

Fonte: Carta Capital

acao_cartacapital_210109_As empresas brasileiras de Tecnologia da Informação (TI) ainda sonham entrar na rota da terceirização internacional de serviços, ou offshoring, e formar parcerias com as grandes multinacionais do setor. Mas a crise financeira internacional, somada a escândalos corporativos, como as fraudes na indiana Satyam, uma das maiores do mundo no segmento, deve esfriar um pouco essa tendência. Enquanto isso, uma empresa paulista, a Ação Informática, descobriu outra maneira de chamar a atenção dos gigantes da TI, justamente em uma das áreas mais tradicionais do ramo: a distribuição.

A estratégia da empresa vai muito além da simples venda. Inclui participar de projetos e da implantação de sistemas equipamentos de todas as marcas, em grupos de médio a grande porte, em qualquer região do País. O resultado foi um salto de faturamento: de 132,5 milhões de reais, em 2005, para 312 milhões de reais em 2008 — um crescimento médio anual superior a 30%.

Para oferecer toda essa gama de serviços e garantir os exigentes contratos de nível de serviço, os chamados SLAs (que impõem metas ao fornecedor a cada etapa dos projetos), a Ação utiliza um conjunto de 1,5 mil pequenas empresas de tecnologia. Com isso, pode atender aos requisitos técnicos das principais marcas de software e hardware. Ao mesmo tempo, os fornecedores veem na empresa um distribuidor capaz de identificar as melhores oportunidades de venda.

“Depois de vencer o desafio de dobrar de tamanho em quatro anos, decidimos que o novo objetivo seria atingir 1 bilhão de reais de faturamento num prazo de cinco anos e contratamos consultorias para nos mostrar o caminho”, conta o presidente da Ação, Enio Issa. As respostas passavam por aquisições e pela expansão internacional.

Grandes fornecedores facilitaram a entrada da brasileira em novos mercados. Em meados de 2008, a partir de uma indicação de executivos da IBM, a empresa comprou a Aktio S.A., com presença na Argentina e no Uruguai. A parceira americana também sugeriu o início das atividades na Colômbia. “A IBM sentia falta de um distribuidor de produtos de alto valor agregado naquele país”, diz o empresário. De acordo com Issa, o próximo mercado de atuação da empresa deverá ser o peruano, onde já há negócios em andamento.

O objetivo é firmar posição nos principais países da América do Sul, o que inclui Paraguai, Bolívia, Equador e Venezuela, antes de chegar ao México — que, depois do Brasil, é o maior e mals problemático mercado latino, segundo o presidente da Ação. E quanto à crise financeira internacional? “Não há crise quando se está um passo à frente dos concorrentes”, garante Issa.

De acordo com o empresário, desde o agravamento da turbulência global, em outubro, a tendência observada é a de manutenção nos gastos do governo com tecnologia, a exemplo das médias e grandes empresas. “A retração ficou por conta das multinacionais, que se ressentiram das perdas nas matrizes”, conta.

Embora também deva desacelerar em razão da freada na economia mundial, a área de TI continuará aquecida, de acordo com dados da consultoria IDC. As projeções para o setor em 2009 foram revistas no terceiro trimestre, de 14,4% para 9,1%, no Brasil, e de 13,7% para 7,8% no restante da América Latina. “Ainda aposto que ficaremos na casa dos dois dígitos”, arrisca Issa.

Fonte: Valor Econômico

Gustavo Brigatto, de São Paulo – A Brasscom, organização que reúne as empresas brasileiras exportadoras de software e serviços de tecnologia, e a Apex, agência governamental de fomento à exportação, apresentam hoje um acordo para acelerar um processo que tem sido repetido como um mantra nos últimos anos pelas empresas do setor: tornar o Brasil uma alternativa para as companhias interessadas em terceirizar essas atividades fora de seu país de origem, o chamado “offshore outsourcing”.

Espelhadas no sucesso das empresas indianas, que têm sido referência na área há mais de uma década, com negócios da ordem de US$ 50 bilhões, as companhias brasileiras têm lutado para atrair clientes internacionais e aumentar seu faturamento.

Os números referentes à exportação de serviços de tecnologia não são muito precisos já que não há uma referência ou um indicador único no país, mas a estimativa é de que esse valor tenha se aproximado de US$ 1,3 bilhão em 2008. É um salto interessante se comparado aos US$ 200 milhões registrados em 2004, mas o valor permanece distante da meta fixada que se esperava atingir em 2007: US$ 2 bilhões.

Segundo o presidente Brasscom, o custo da mão-de-obra, a necessidade de se capacitar profissionais na língua inglesa, o porte das empresas brasileiras (cinco a dez vezes menores que as indianas) e a falta de reconhecimento do país na área são os fatores que têm limitado seu crescimento neste tipo de oferta.

O projeto da Brasscom com a Apex atacará essa última questão. Nos próximos 24 meses, R$ 14 milhões serão investidos para promover o Brasil no cenário internacional, com ações que incluem a contratação de uma assessoria de relações públicas internacional, campanha publicitária em revistas e jornais de negócios, promoção de seminários para potenciais clientes, realização de estudos de mercado e uma conferência anual no Brasil. Metade dos recursos virão da Brasscom e a outra metade, da Apex. “Este é um jogo de bilhões, você não pode ir com um estilingue”, diz Gil.

Segundo ele, o momento atual é propício para iniciar uma ação de promoção. Os custos na Índia têm aumentado por conta da valorização da moeda local, a rupia, e questões de governança estão sendo levantadas por conta de problemas recentes como o escândalo financeiro envolvendo a Satyam, uma das maiores companhias indianas de TI.

Os gastos globais com terceirização “offshore” devem crescer 20% ao ano entre 2009 e 2010. É um ritmo bem mais lento que os 40% apresentados nos últimos anos, mas o suficiente para criar um mercado adicional de US$ 30 bilhões. A previsão é de que o movimento total, de US$ 70 bilhões no ano passado, alcance US$ 101 bilhões em 2010. Das novas receitas, os indianos provavelmente ficarão com US$ 15 bilhões. A outra metade será disputada por países como Brasil, China, Filipinas, México e Rússia.

Pelas contas de Gil, o Brasil tem condições de conquistar US$ 3,5 bilhões até 2010, senão antes. O executivo acrescenta que as medidas de desoneração fiscal previstas com a regulamentação da lei 11.774/2008 também ajudarão no processo. “Ainda não estamos entendendo o impacto total dessas medidas”, diz. A lei permite, por exemplo, que empresas exportadoras se beneficiem do Regime Especial para Aquisição de Bens de Capital (Recap), caso sua receita externa tenha sido igual ou superior a 70% de sua receita bruta total no ano anterior.

Segundo Ricardo Schaefer, diretor de gestão e planejamento da Apex, a parceria com a Brasscom faz parte da nova orientação da agência de promover o Brasil como exportador de alta tecnologia.

Fonte: Valor Online (link para assinantes)

Para ajudar a combater a carência de profissionais especializados na área de tecnologia da informação, o grupo Ação Informática está inaugurando este mês, em São Paulo, um Centro de Competências. Com investimento da ordem de US$ 1 milhão, a distribuidora de equipamentos e fornecedora de soluções de TI pretende capacitar cerca de 1, 4 mil pessoas ao mês, entre empregados e fornecedores, do Brasil e outros países da América Latina.

Segundo Enio Issa, presidente do grupo Ação Informática, investimento no projeto foi de US$ 1 milhão

“No Brasil não existe desemprego em TI, porque temos uma grande escassez de gente qualificada em novas tecnologias. É preciso reciclar os profissionais”, diz o presidente da Ação Informática, Enio Issa. Fundado há 21 anos, em São Paulo, o grupo hoje possui operações na Argentina, Uruguai e Colômbia. Nele, trabalham 250 funcionários. Em 2007, seu faturamento foi de US$ 127 milhões.

No novo Centro de Excelência (chamado também de “Solution Experience Center”) serão realizados treinamentos, provas de novas tecnologias e simulações de ambiente. “A idéia é que ele seja usado para capacitar, mas também sirva como vitrine de novos conceitos e experimentos para clientes e parceiros”, explica o presidente. O grupo têm atualmente 1, 6 mil empresas parceiras.

O Centro de Excelência começou a ser idealizado em 2006, quando a empresa passou a vender soluções de TI para os clientes, além de distribuir produtos de informática. “Nessa época, assumimos a responsabilidade de qualificar os parceiros para transferir tecnologia”, conta Issa. Ao longo do tempo, o grupo foi mapeando o expertise de cada parceiro na sua cadeia de distribuição, gerando um gigantesco banco de dados. Isso ajudou a identificar alguns “gaps”, que serão tratados nos cursos do novo centro de treinamento.

O retorno do investimento realizado no Centro de Excelência, segundo Issa, virá da venda de treinamentos básicos de tecnologia e outros mais específicos. Segundo ele, a crise não deve afetar a demanda por profissionais qualificados no setor. “As empresas nacionais médias não vão sofrer tanto como as de maior porte, multinacionais”, diz. “Estamos focando nos negócios com companhias brasileiras e governo”.

Segundo dados da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), faltam 30 mil profissionais no mercado de TI no país. Em dois anos, a perspectiva é que esse número suba para 100 mil. “Quanto mais sofisticada a tecnologia, maior a carência de gente qualificada, queremos contribuir para reverter essa situação”.

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