• Os Eleitos - Top10 Ideias Sustentáveis Grupo RMA

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    Conheça os 10 selecionados da primeira fase da Campanha Ideias Sustentáveis do Grupo RMA

  • RMA é finalista do Prêmio Comunique-se 2010

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    Estamos entre as 10 maiores agências de comunicação do país na seleção do Prêmio Comunique-se 2010. Se você aprecia o nosso trabalho, pedimos o seu voto.

  • Você sabe vender seu peixe?

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    RMA lança concurso cultural nas redes sociais para atrair novos talentos

  • Parceria Grupo RMA x Lewis PR

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    A nova parceria oferece aos clientes atendimento e resultados com o mesmo padrão de qualidade em diversas partes do mundo.

Fonte: Valor Econômico (Link para assinantes)
Por Rafael Sigollo, de São Paulo

trench_valor_240309_Quando atuava na diretoria da área de relacionamento com o consumidor da Swarovski Cristais, Marcelo Monteiro foi por oito anos cliente da Totvs, empresa de software, inovação, relacionamento e suporte à gestão. O executivo lembra, de forma descontraída, que era tão crítico e demandava tanto da empresa que um dia o próprio presidente da Totvs, Laércio Cosentino, fez o convite: “Por que você não vem para cá ajudar?”.

Monteiro, foi. “Estava encerrando um ciclo na minha carreira e em busca de novos projetos. Senti-me motivado e decidi trocar de lado”, conta. Hoje, há quatro anos na companhia, o executivo é vice-presidente de atendimento e relacionamento. “Mudei o foco, mas não foi uma coisa radical. Antes eu tinha de vender o produto para o consumidor final e, agora, vendo serviço para empresas. O mais interessante é que, logo que mudei, tive de passar a negociar com pessoas que antes faziam parte da minha equipe”, afirma.

Embora cause curiosidade, esse tipo de movimentação é mais comum do que se imagina, segundo Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, consultoria de recrutamento de executivos. “Ao contratar um profissional que antes atuava como parceiro, a empresa compra todo o expertise e o conhecimento que essa pessoa adquiriu ao longo dos anos em relação aos seus negócios”, afirma.

A própria Jacqueline cita o caso de um cliente que precisava contratar um gerente de compras e fez uma solicitação bem específica: não queria que a vaga fosse ocupada por alguém disponível no mercado, mas sim por um gerente de vendas de algum de seus parceiros. “Além de ser um profissional já familiarizado com a empresa dele, essa troca de papéis introduziria uma nova visão na equipe, de alguém que sabe como o outro lado pensa”, afirma.

A empresa que perde o profissional também pode tirar proveito da situação. “Teoricamente, ela tem agora no seu parceiro uma pessoa que sabe exatamente do que ela precisa e como as coisas funcionam ali”, diz a especialista. A migração só é vantajosa, no entanto, se feita de forma clara e honesta. “Isso deve ser bem negociado. Se você desfalca um cliente ou fornecedor em um momento crítico para ele, vai causar um mal-estar grande.” Jacqueline ressalta que em algumas organizações há cláusulas que impedem esse tipo de convite, justamente para proteger ambos os lados.

No caso da advogada Maria Cristina Machado Cortez, a relação entre empresa e cliente foi tão amigável que permitiu não só sua saída, como também o seu retorno quatro anos depois. Responsável pela área de tecnologia da informação do escritório Trench, Rossi e Watanabe, ela atendia a Siebel e acabou sendo convidada pela empresa para cuidar da área jurídica para toda América Latina. “Foi uma experiência muito enriquecedora para a minha carreira. Tive de aprender a ser mais objetiva e a pensar em estratégias e soluções levando em conta também o lado comercial.”

Como nem todos se adaptam quando mudam de lado, ou podem querer voltar algum tempo depois, Jacqueline afirma que é importante fazer essa transição de maneira ética e deixar portas abertas. Quando a advogada quis voltar ao escritório, em 2003, a Siebel ainda era cliente da Trench, Rossi e Watanabe e Maria Cristina foi peça fundamental na aquisição da empresa de TI pela Oracle. “Conhecia a fundo a empresa e pude detalhar todo o processo e ajudar a concretizá-lo”, afirma.

Além disso, sua percepção em relação ao cliente mudou e ela levou isso para sua equipe. “Precisamos levar em consideração o ‘timing’ dele. O cliente não precisa de advogados que entendam somente de leis, mas que saibam como aliar essas leis aos seus negócios. Isso só se consegue de forma efetiva experimentando os dois lados”, diz.

A preocupação com a outra ponta do negócio fica mesmo mais evidente quando o profissional já fez parte dela. Monteiro, por exemplo, foi cliente por muito tempo e hoje, como fornecedor, não admite que sua equipe atrase ou deixe de cumprir compromissos. “Passo muito a minha experiência para meus colaboradores. Já vivi situações ruins e sei como a outra pessoa se sente quando o parceiro não entrega o que foi combinado no prazo e o quanto isso interfere na sua vida”, diz.

Quando era cliente, Monteiro também sentia a necessidade de um atendimento mais próximo, que valorizasse os processos internos de sua empresa. Ao entrar na Totvs, dividiu a área de atendimento em dois grupos: novos clientes e clientes de base. “Assim as ações não são mais focadas apenas na prospecção e o atendimento ficou mais personalizado”, afirma.

Rogério Antunes, é outro profissional que usa a experiência de ter atuado nos dois lados do balcão para potencializar seus negócios. Ele trabalhou na Telefônica por oito anos onde foi superintendente de marketing de produtos e tinha como fornecedor AES Eletropaulo Telecom, empresa onde hoje é gerente de desenvolvimento de negócios.

“Foi uma mudança boa para os dois lados. Como já fui cliente, sei do que eles precisam e como eles nos enxergam. Posso, assim, melhorar o atendimento a eles e nossos processos internos”, diz.

Especificamente com a Telefônica, Antunes ressalta que a taxa de sucesso dos contratos aumentou muito. “Sei as necessidades e toda a mecânica da empresa, além de conhecer as pessoas. Conseguimos eliminar etapas e tornar as negociações mais objetivas e diretas. Claro que com as outras empresas, a abordagem é mais tradicional”, afirma.

Gisleine Camargo, gerente de assessoria em gestão de recursos humanos no Brasil da KPMG, empresa de consultoria e auditoria, reconhece que a proximidade pessoal facilita as negociações e que pode ser usada de maneira positiva pelos executivos que já atuaram nos dois lados do negócio, porém, recomenda cautela. “É preciso lembrar que tanto você como seu parceiro representam suas respectivas organizações. É saudável, portanto, haver certo distanciamento”, diz.

Ela cita o caso de uma supervisora a empresa que aceitou o convite de um cliente para mudar de lado, mas não conseguiu se desvincular totalmente da consultoria. “Não é nem por maldade, mas nos projetos agora a pessoa age como se ainda fosse parte da equipe, querendo dizer a forma como devemos agir, ou com quem devemos falar”, afirma. “Ao invés de aproveitar o relacionamento e os contatos, o profissional que não tem bom senso para separar as coisas acaba sendo invasivo, tornando as coisas até mais difíceis.”

Com maturidade, a maioria dos executivos que passa por essa experiência se sente em vantagem no mundo corporativo. “Não tenho dúvida de que as mudanças me transformaram em um profissional mais preparado e completo. Hoje, eu bato o olho em uma estrutura comercial e sei discutir todos os ângulos do negócio. Levo em conta as diferentes visões e as expectativas dos parceiros envolvidos”, afirma Marcelo Monteiro, da Totvs.

Fonte: Gazeta Mercantil

FlashSão Paulo, 18 de Março de 2009 – Uma estratégia do Fisco brasileiro para cobrança de tributos, especialmente as contribuições relacionadas ao Instituto de Seguro Social (INSS), está causando polêmica entre advogados e empresários. De acordo com especialistas, o Fisco estaria encaminhando os autos para o Ministério Público para que seja instaurada uma ação penal antes mesmo da conclusão do processo administrativo, conforme determina a jurisprudência da Justiça brasileira. “Cerca de 70% de todas as notificações contra os nossos clientes têm, paralelamente, um inquérito em curso”, afirma a advogada Sylvia Urquiza, do escritório Trench, Rossi e Watanabe. “Essa medida tem sido usada pelo Estado como forma de coibir o contribuinte e criar uma dúvida razoável sobre a legitimidade da cobrança e do próprio processo penal”, complementa a advogada. “Não é correto, mas o Fisco tem essa prática e o contribuinte fica assustado”, concorda a advogada Luciana Terrinha, do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão.

Sylvia Urquiza explica que, no caso da Receita Federal, há uma portaria que determina que todos os autos de infração não sejam encaminhados ao Ministério Público antes do fim do processo administrativo. “Mas o INSS manda tudo para representação fiscal antes do fim do processo fiscal”, relata Sylvia Urquiza. De acordo com ela, isso ocorre independentemente de se tratar de apropriação indébita (retida de terceiros e não repassada ao Fisco) ou não. No caso da apropriação indébita, a advogada esclarece que os tribunais já se posicionaram no sentido de que é crime e não precisa de resultado do processo administrativo para instaurar o inquérito policial. No entanto, quando se trata de sonegação fiscal (o não pagamento de algum tributo) o Superior Tribunal de Justiça (STJ) se posicionou dizendo que “o crime só se consuma com o prejuízo efetivo e isso só dá para saber no fim da esfera administrativa”.

Imagem

De acordo com advogados, a preocupação com a imagem do executivo e as conseqüências de um processo penal leva algumas empresas a pagarem o tributo antes mesmo da conclusão do processo e da confirmação de que o valor é devido. Sylvia Urquiza conta que um dos seus clientes, uma multinacional que ela prefere não revelar o nome, teve um inquérito policial instaurado contra todos os seus diretores. “Mas o tributo ainda estava sendo questionado na esfera administrativa e poderia ser questionado também no Judiciário”, explica a advogada. Mesmo assim, a empresa preferiu pagar a dívida de R$ 600 mil para ter o processo arquivado. “Há um risco para a própria imagem”, diz Sylvia Urquiza.

“Quando o inquérito penal é instaurado sem terminar o processo administrativo, é necessário entrar com um habeas corpus preventivo. É um transtorno e uma pressão contra o contribuinte”, diz o advogado Danny Guedes, do escritório Bastos-Tigre, Coelho da Rocha e Lopes. Ele lembra que há algum tempo o Fisco determinava sanção política aos contribuintes como, por exemplo, impedir a emissão de notas fiscais. “Essas atitudes fazem o empresário se sentir acuado e leva alguns até a pagarem mesmo que não seja devido”, comenta o advogado.

O advogado Pedro Avvad, do escritório Avvad, Osório, Fernandes, Mariz, Moreira Lima & Fabião, comenta que o pagamento do valor questionado pelo Fisco extingue a punibilidade. “É uma moeda de coação”, diz o advogado ao enfatizar que a decisão administrativa é necessária para verificar se existe dívida. “Tem que aguardar o fim do processo administrativo para seguir com o processo penal”, afirma. No entanto, comenta Avvad, paralelamente ao processo administrativo o Fisco manda os autos para o Ministério Público e para delegacias fazendárias que dão início ao processo penal. Procurada, a Receita Federal não se manifestou até o fechamento da edição.

Intenção de sonegar

Apesar de muitos casos de não pagamento de tributos se configurarem como sonegação fiscal, especialistas alertam que nem todos os contribuintes podem ser classificados como sonegadores. “Crime é só quando há vantagem, intenção ou dolo”, diz Sylvia Urquiza. Ela conta que em muitos casos, “na maioria deles”, há uma divergência de entendimento entre o que é cobrado pelo Fisco e o que o contribuinte considera devido. “Em muitas situações, houve erro no pagamento do tributo ou divergência entre o entendimento do Fisco e o do contribuinte”, diz Sylvia Urquiza. “Mesmo assim é instaurada representação penal contra a empresa”, complementa a advogada.

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Fluência em inglês, boa formação universitária e capacidade de trabalhar em equipe estão entre os requisitos para os trainees

22/03/2009 1a E_EMPEMPREGOS&NEG.CIOS_003Fonte: Jornal A Tarde
A bagagem de conhecimentos, incluindo fluência em inglês e uma boa formação universitária estão entre os critérios citados por trainees que já passaram nas seleções e também pelos recrutadores das empresas.

“As companhias querem alguém que vá agregar valor. Foi importante para minha aprovação ter mostrado proatividade na dinâmica de grupo, além de estudar em uma boa universidade e ter conhecimentos em inglês”, conta Lucas Seoane, trainee da Pricewaterhouse Coopers e graduado em direito.

Hoje consultora da Ernst & Young, que entrou como trainee Luciana Dalcum ressalta que o desafio é o autoconhecimento. “Você deve saber o que quer, por qual motivo está concorrendo ao processo, para se apresentar corretamente aos seus entrevistadores”, aconselha.

EMPRESAS – A Ernst & Young tem 60 vagas para trainees. Os jovens irão atuar em auditoria contábil e assessoria em tecnologia da informação (há oportunidades para Salvador nesta segunda atividade). Os candidatos devem ser graduados em ciências contábeis, administração, economia e tecnologia da informação (TI).

Já a Elumini tem três vagas para o Sudeste, voltadas ao desenvolvimento de projetos em TI. Os interessados devem ser dos cursos de engenharia de produção, administração ou informática. “A remuneração inicial é de R$ 1,8 mil, mais benefícios”, revela Adalcir Angelo, gerente de projetos da Elumini.

A KPMG não divulgou o número de vagas, mas há oportunidades para Salvador. As atividades são de auditoria, consultoria tributária, finanças e consultoria em TI. Candidatos de várias graduações podem concorrer. Ainda a OAS e a Unilever recrutam trainees para atuar na América Latina, mas o candidato deve ter o espanhol como língua nativa.

Fonte: Blog Zeros e Uns
Por Camila Fusco

Os tribunais paulistas deverão acabar com os processos em papel em até seis anos. Conversei ontem com Claudio Pedrassi, juiz assessor da presidência do TJSP, e ele me contou que várias varas do Estado já migraram seus sistemas para caminhar em direção ao processo eletrônico. Os investimentos ao longo da implantação devem beirar os 400 milhões de reais.

O primeiro passo para a migração já está sendo dado, com a unificação dos sistemas das varas. Segundo Pedrassi, para a tramitação dos processos em primeiro grau eram utilizados nada menos do que dez sistemas diferentes e outros quatro para as ações de segundo grau (diversidade que praticamente inviabiliza o processo eletrônico). Na capital paulista, esses 14 sistemas sendo substituídos por um software único e a expectativa é que até o fim de 2009 a troca já tenha sido concluída. A migração, então, segue para o interior.

Hoje já existem 18 varas com o sistema novo implantado — das 1900 em operação no Estado. O processo eletrônico prevê a tramitação quase integral pela internet. O advogado que iniciará uma ação, por exemplo, pode fazer isso sem sair do escritório por meio do peticionamento eletrônico. O acompanhamento do andamento e a consulta ao texto dos processos também podem ser feitos pela internet. O juiz, por sua vez, também não precisa mais lidar com aquelas pilhas de pastas de papel. Ele trabalha em um computador com duas telas, um com o texto na íntegra do processo e outro com um editor de texto em que faz suas considerações.

Com a migração total para o ambiente online, a expectativa é que os advogados e as partes envolvidas nos processos precisem ir ao fórum somente para audiências ou para atendimentos especiais. (Segundo a lei 11419, por enquanto a apresentação de processos em papel também é aceita pelos tribunais).

Os processos eletrônicos deverão trazer economia também de mão-de-obra e espaço aos tribunais. De acordo com Pedrassi, para o formato normal de processos em papel são necessários 15 funcionários, um juiz, 1 000 metros quadrados de espaço para gabinetes — o que permite uma capacidade de julgamento de 3 000 ações. Com o método eletrônico, o espaço necessário é de 300 metros quadrados, 8 funcionários, um juiz — com capacidade de 6 000 ações a serem julgadas por ano. A estrutura administrativa também será alterada, com a unificação dos cartórios — hoje existe um a cada vara. No futuro, com a migração para o meio eletrônico, será um cartório unificado.

A informatização dos tribunais de São Paulo começou em 2004. Naquela época, boa parte dos 700 prédios não tinha sequer sistemas integrados — um verdadeiro caos quando é considerado um parque de 40 000 desktops e 2700 notebooks. A partir de então, o TJSP terceirizou o controle da infraestrutura, como no contrato com a Arcon, que faz a gestão da segurança da informação e integridade eletrônica dos equipamentos.

Os tribunais paulistas têm hoje 18 milhões de processos, 45 000 funcionários e cerca de 3 000 juízes.

12
mar

A volta da velha guarda

por RMA

Fonte: Você SA
A crise abre espaço para profissionais mais experientes. Aprenda com eles
Erica Polo

A troca da geração Y para a Baby Boomers – de pessoas nascidas entre 1946 e 1964 – começa a acontecer em cargos-chaves no momento em que empresas optam pela tranquilidade que a experiência traz. “A geração de excutivos na faixa dos 30 anos não vivenciou o mercado nos anos 80, quando toda semana havia uma pequena crise”, diz Arthis Vasconcelos, sócio da CT Partners, que recruta executivos, de São Paulo. Deles é esperado que lidem bem com situações de corte, de otimização de recursos e de gastos, e que tenhma menos projetos inovadores. “Não é momento de experimentoar”, diz Paulo Amorim, sócio da Korn/Ferry, consultoria de recrutamento de executivos de São Paulo. Se oito vagas para altos executivos que Paulo preencheu nos últimos meses, cinco foram ocupadas por profissionais com mais de 60 anos. “Antes, seriam pessoas entre 40 e 55 anos”, diz Paulo.

(…)
A Arcon, empresa de segurança da informação, contratou quatro profissionais com mais de 50 anos para a assessoria da presidência e para a liderança nas áreas comercial, de processos e de gestão de qualidade. “Quem viveu nos anos 80 enxerga além do noticiário”, diz João Navarro, de 56 anos, recém contratado como executivo sênior de vendas e marketing da empresa.


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