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    Leia a entrevista é com o diretor-adjunto do Brasil Econômico sobre o uso de links, imagens e vídeos em releases

  • O papel da assessoria na web

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    Que atividades na web serão exercidas nesta profissão nos próximos anos?

Fonte: Istoé Dinheiro

trend_dinheiro024_1Raimund Genes, CTO da Trend Micro, especializada em segurança para internet

Qual o significado do conceito segurança em nuvem?
Devido ao cenário crescente de crimes virtuais – a cada 2,5 segundos surge uma nova ameaça viral na internet – tornou-se mais difícil liberar antivírus adequados a tempo de impedir a contaminação do computador. No conceito segurança em nuvem, as vacinas são armazenadas em servidores na própria internet.

Como são feitas as atualizações?
As atualizações passaram a ser feitas em tempo real. Qualquer dispositivo com acesse à internet, como notebooks, Playstation 3, Linksys Routers, iPhone e smartphones, pode efetuar consultas aos servidores para obter o sistema de segurança indicado em poucos minutos.

Qual a vantagem com relação a outros sistemas independentes?
A segurança em nuvem gera menos consumo de recursos como memória RAM, processamento e tráfego de rede. O risco de exposição por falta de atualizações também é menor. Outra grande vantagem é a portabilidade da tecnologia. Qualquer dispositivo que possa se conectar à internet tem acesso ao sistema.

Fonte: Gazeta Mercantil

netgear_gazeta_290409_As novas atribuições de Victor Baez, da Netgear, não são pequenas. Em março, aos 35 anos, ele assumiu a direção-geral da empresa para a América-Latina, Asia-Pacffico e China. Ou seja, as operações em mercados emergentes agora seguem a sua batuta. Ele foi alçado ao posto quando o CEO da empresa, o inglês David Soares, decidiu reorganizar a gestão e as áreas de vendas por perceber semelhanças entre países latinoamericanos e asiáticos, como a fragmentação de mercado e a dificuldade logística.

O aumento das responsabilidades de Baez deve-se ao resultados que ele conquistou durante os dois anos que esteve à frente da operação brasileira da Netgear, que chegou ao País no final de 2006. “Chegamos a ser, em alguns trimestres, o maior mercado entre os emergentes”, diz o executivo, sem revelar números sobre desempenho financeiro. Hoje, a partir de sua base em São Paulo, Baez tenta repetir o sucesso comercial que alcançou nos dois últimos anos em terras brasileiras em área consideravelmente maior.

Assim como executivo da Netgear, outros brasileiros tem galgado postos importantes em empresas globais. O talento nacional avança, principalmente, em países emergentes. E não são apenas empresas estrangeiras que participam desse movimento. Por causa dos avanços que a economia local, cresce no número de companhias brasileiras com presença no exterior. A cada nova operação internacional, aumentam o número de líderes nativos com atribuições globais.

Esse é o caso de Julian Tonioli, de 33 anos, gerente-geral para a Europa e Rússia na Spring Wireless. Ele ingressou na empresa em 2005 como gerente de conta. Com uma performance acima da média, assumiu a diretoria de vendas e a gerência geral da companhia no Brasil. Em julho do ano passado, após o recebimento do aporte de capital de US$ 63 milhões do Goldman Sachs e da New Enterprise Associates (NEA), a Spring decidiu acelerar seu plano de expansão internacional. Tonioli foi convidado por seu CEO a assumir a responsabilidade pelas operações da empresa na Europa e na Rússia. Hoje, sua divisão possui duas bases: uma em Moscou, onde o executivo reside atualmente, e outra em Bruxelas.

Choque de culturas

Na Rússia, Tonioli tem enfrentado vários desafios. Um deles é o idioma local. Durante o contato com os clientes, muitas vezes ele precisa recorrer ao russo. “O inglês não é uma língua dominada no país, mesmo nos negócios. Tenho investido baste tempo em aprender o idioma, que é muito difícil, porque tudo nele é diferente, do alfabeto à’estrutura. No dia-a-dia eu já corrsigo me virar, mas não consigo conduzir uma reunião de negócios em russo”, conta.

As dificuldades, porém, não são só culturais. Baez, da Netgear, alerta que, apesar da aparente similaridade entre alguns mercado emergentes, os executivos precisam prestar atenção às características e ciclos de cada economia. “Não é possível chegar a uma nova região impondo práticas que geravam resultados no seu País”, orienta. Exemplo da impossibilidade de replicar estratégias de um país para outro não faltam. “No Brasil, temos muita força no varejo. No mercado chinês isso não ocorre, porque a distribuição de banda larga lá é completamente diferente. Estamos partindo para produtos corporativos”, diz.

Gestão tropical

Apesar da maior presença de brasileiros nos intricados negócios globais, Baez diz que não há, necessariamente, uma demanda por executivos do País. Ele observa, porém, que a importância do Brasil se tornou inconteste. “Antes se discutia qual

era a capital da América Latina. Agora não há dúvida que é São Paulo.” Por outro lado, Baez lembra que entre os integrantes do Bric (Brasil, Rússia, China e Rússia), o Brasil é aquele com práticas contábeis mais próximas das que são realizadas nos Estados Unidos e Europa. Só esse fato indica que a procura por profissionais locais para missões internacionais pode crescer. “O executivo brasileiro que pode fazer a ponte entre um mercado com gestão rígida e outro que é emergente. Temos uma bolsa de valores consolidada e um alto nível de governança corporativa”, acrescenta.

Tonioli, da Spring, vê a situação de um modo diverso. Para ele, o executivo brasileiro, em geral, está melhor preparado do que os de outros países. “Um dos grande desafios nas missões internacionais é tomar decisões rápidas e se adaptar. Nós estamos acostumados a isso, porque não temos um ambiente de negócio tão estável quando nos Estados Unidos e na Europa”, diz: “Tenho encontrado bastante brasileiros em papéis de destaque na Europa e até aqui na Rússia. Eu gostaria, claro, que isso fosso mais comum”, pondera.

George Andrew Brough, diretor de desenvolvimento organizacional da Caliper, ele mesmo um estrangeiro – escocês, está no Brasil há 11 anos – diz que em termos de personalidade, os líderes brasileiros são parecidos com os seus colegas de outros países. A diferença está no modo como os gestores do País se expressam. Ele explica que quando um norte-americano é assertivo, o brasileiro pode ter a impressão de arrogância. “O primeiro chega à reunião de diz ‘OK, vamos trabalhar’. No Brasil, líder chega e costuma se relacionar com todos. O norte-americano não considera que está sendo agressivo. Do outro lado, o modo como o brasileiro dedica tempo a conhecer pessoas é visto como enrolação”, observa.

Democratização, crises, controle da inflação e abertura de mercado. Poucos países passaram por tantas transformações como o Brasil dos últimos 25 anos. O processo parece ter ajudado não apenas na consolidação da política nacional, mas também no desenvolvimento do homem de negócio nativo. “Lá fora, é fácil fazer planejamento de 20 anos, pois as coisas são estáveis. Aqui é difícil fazer o mesmo. Por isso os líder brasileiros são experientes no que diz respeito à necessidade de flexilidade. Conhecem o pulo do gato para aproveitar uma oportunidade. Isso os ajuda. Os estrangeiros não estão acostumados com mudanças repentinas”, acrescenta Brough.

Brough chama a atenção para o poder das culturas corporativas, lembrando que em alguns casos é fácil perceber a qual empresa um determinado executivo pertence. “Pode ser mexicano ou francês, mas sabemos que ele é de determinada companhia. Muitas multinacionais possuem uma cultura forte e influenciam o comportamento dos seus profissionais”, observa. Para ele, buscar um profissional que comungue os valores da companhia pode ser mais vantajoso do que se preocupar com nacionalidades.

Esse tipo de avaliação pode privilegiar brasileiros que atuam em companhias nacionais em processo de internacionalização. Em 2007, Thomas Corbett, 40 anos, foi contratado pela Miguel Abuhab Participações (MAP), que praticamente um ano depois comprou a norte-americana Agentrics. Abuhab queria fazer mudanças na empresa e precisava de alguém que tivesse a mesma visão que ele sobre os negócios. Corbett, diretor de Fusões e Aquisições da MAP na época, tinha esse perfil. Hoje, ele é CEO da Agentrics, companhia presente hoje em 24 países.

29
abr

Fugindo do estresse

por RMA

Fonte: Computerworld

Tecnologia é a área que concentra um dos maiores índices de profissionais estressados, mas atitudes simples ajudam a cuidar do bem-estar e da qualidade de vida

Há dois anos, a consultoria SWNS conduziu uma pesquisa com uma amostra de três mil pessoas ao redor do mundo e chegou a uma conclusão que não surpreendeu muito quem trabalha na área de tecnologia da informação. De acordo com o levantamento, 97% dos profissionais da área sofrem de estresse diariamente no ambiente de trabalho, maior índice entre todas as ocupações que apareceram no estudo, à frente dos médicos, engenheiros, profissionais de finanças e professores, entre outros.

(…)

Segundo Roberto Cardoso, chefe do setor de medicina comportamental do laboratório Femme e coordenador do projeto Viver Bem, a qualidade de vida no trablho pode ser alcançada mesmo com as pressões e problemas típicos da área. Para o médico, o domínio sobre o próprio bem-estar passa por uma atividade que ele denomina gerenciamento do stress, que cobre quatro vetores básicos: saúde física, relações sociais, ambiente e psiquismo.

Cardoso, que conduz projetos de qualidade de vida em empresas, diz que uma das principais atitudes que o profissional deve tomar quano percebe que o estresse está tomando conta é encontrar um meio de realizar uma atividade física regular. “O ideal é desenvolver alguma atividade prazera, mas qualquer coisa que o tire do sedentarismo já ajuda, como subir andares de escada, caminhar até o trabalho etc.”.

(…)

Leia a matéria completa a seguir ou baixe o pdf.
Femme_Computerworld_220409

Fonte: Valor Econômico (Link para assinantes)
Responsabilidade civil: Processos discutem pagamento de apólices

Laura Ignacio, de São Paulo – Uma nova demanda por serviços jurídicos, nascida da crise econômica, provoca o surgimento de mais uma área de contencioso nos escritórios de advocacia. Empresas cujos executivos são acusados de má gestão em processos judiciais impetrados por acionistas estão cobrando – em alguns casos na Justiça – as seguradoras com as quais fecharam contratos de seguro de “directors & officers”.

Chamadas de D&O, essas apólices são contratadas pelas empresas para cobrir perdas sofridas por seus diretores e conselheiros ao enfrentarem ação de responsabilidade civil na Justiça motivada por seus atos. Até pouco tempo atrás de baixa demanda no Brasil, essas apólices passaram a ser mais procuradas nos últimos anos devido a um crescimento na responsabilização de executivos por atos de má gestão. Inicialmente, a partir da entrada em vigor do novo Código Civil, em 2002, que passou a permitir expressamente a descaracterização da personalidade jurídica das empresas para que ações de responsabilidade civil – como nas áreas de meio ambiente e direitos do consumidor – alcance o patrimônio pessoal de seus sócios. A partir de 2006, um aumento no uso da penhora on-line de contas bancárias por meio do sistema do Banco Central denominado Bacen-Jud, agilizou as ações de cobrança contra as empresas com o bloqueio dos recursos de seus sócios e administradores. Mais recentemente, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) começou a incluir automaticamente os nomes dos sócios das empresas com débitos com o fisco nas certidões de dívida ativa – cabendo a eles provarem que não infringiram a lei. Agora, acionistas de companhias de capital aberto descobriram que é mais fácil e rápido receber indenizações supostamente devidas pelas empresas quando as ações judiciais são ajuizadas também contra seus donos e administradores.

(…)

No escritório Trench, Rossi e Watanabe Advogados já há dois casos de ações judiciais contra seguradoras em andamento. Em um deles, a seguradora argumenta na Justiça paulista que a declaração prestada no fechamento do contrato de seguro de D&O é diferente da informação prestada à CVM. Ainda não há decisão final. “A discussão é se a seguradora pode dizer que o executivo agiu com dolo, se ainda não foi condenado na CVM”, questionam os advogados da banca, Joaquim de Paiva Muniz e Adriana Astuto, que patrocinam a defesa de executivos na CVM e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

(…)

Temendo serem acionadas na Justiça nos casos em que negam a cobertura de prejuízos a executivos, as seguradoras que atuam no mercado de D&O tem sido mais cuidadosas ao fecharem apólices desse tipo. A Ahead Insurance, por exemplo, já se recusou a firmar um contrato com uma empresa em vias de pedir recuperação judicial, segundo seu diretor, Marco Simonovitch. “Em caso de recuperação judicial é certo que os bancos irão atrás dos bens pessoais dos sócios e o seguro não pode ser usado como um instrumento de quitação de dívida”, diz. Recentemente, uma seguradora negou um pedido de indenização de um grupo de saúde que contratou o seguro de D&O dizendo não ter conhecimento de uma eventual liquidação judicial ou extrajudicial da empresa. “Os administradores foram se socorrer no D&O, mas pelas atas da assembleia da companhia já existia o conhecimento desse risco”, afirma David Brito, da corretora Coelho dos Santos.

Leia a matéria completa (para assinantes do Valor Econômico)

29
abr

TI em expansão

por RMA

Fonte: O Globo – Negócios e Cia

arcon_oglobo_Empresa de TI, a Arcon investiu cerca de R$ 2 milhões na reestruturação de seus centros de operação e monitoramento no Rio e em São Paulo. Implementada ao longo de 2008,l a ação acompanha uma demanda do mercado por serviços gerenciados de segurança. Marcus Moraes, vice-presidente da Arcon, diz que a terceirização do setor é uma tendência mundial.

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