• Junte-se a nós!

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    O Grupo RMA apoia a luta pela reconstrução do Haiti

  • A RMA Comunicação é a nova assessoria de imprensa da TIVIT

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    A TIVIT é a primeira empresa a oferecer serviços integrados de Infraestrutura de TI, Sistemas Aplicativos e BPO.

  • Releases e links: a visão de um jornalista

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    Leia a entrevista é com o diretor-adjunto do Brasil Econômico sobre o uso de links, imagens e vídeos em releases

  • O papel da assessoria na web

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    Que atividades na web serão exercidas nesta profissão nos próximos anos?

O Brasil parece estar saindo de mais esta crise, à frente do mundo desenvolvido que a causou. De uma hora para outra, carros populares, TVs e geladeiras estão com estoque zero nas lojas. Se o País tivesse mais autoconfiança, os empresários nãp teriam cortado produção e demitido, a torto e a direito, antes de ter um quadro mais claro da situação. Tudo indica que houve medo e precipitação.

A verdade é que, traumatizados por várias crises anteriores, sempre que surge uma nova, liberamos todos os fantasmas do armário e agimos como uma manada. De certa maneira, temos essa necessidade impulsiva de estar sempre seguindo diretrizes, ou modelos vindos de fora: se o Primeiro Mundo está demitindo, então temos que demitir também!

Paradoxalmente, nós já fomos capazes de demonstrar liderança e capacidade de execução, em diversas áreas de negócios, como o agribusiness, indústria automobilística, minérios, siderurgia e até indústria aeronáutica.

O Brasil tem tido historicamente um “complexo de Jeca Tatu”, do qual não conseguimos ainda nos livrar. No judô, o lutador menor, com centro de gravidade mais baixo, usa a força e a altura do adversário para derrubá-lo. Fazendo uma analogia, é exatamente isso que o Brasil deveria fazer. Utilizar toda a força dos grandes mercados para ganhar deles (e com eles).

Se hoje, graças à crise, os custos americanos e europeus são muito altos para desenvolver software em seus países, que tal transformar o Brasil numa plataforma de desenvolvimento, para depois exportar o produto final para eles mesmos O Brasil pode aproveitar a crise para sair dela mais forte do que estava em seu início.

No mundo da tecnologia da informação (TI) temos vários bons exemplos de que com iniciativa e criatividade é sim possível liderar sobre os gigantes mundiais. Empresas como a Totvs, nona maior empresa de ERP do mundo, ou Spring Wireless, líder latino-americana em “mobile business” e atuando competitivamente no mundo todo, inclusive Estados Unidos, graças a suas posturas visionárias, muita inovação e coragem para investir, vêm se tornando símbolos de um novo negócio global para o Brasil.

Podemos dizer, sem muito medo de errar, que o Brasil está na iminência de se posicionar como um dos players mais relevantes na indústria de exportação de software, que hoje representa um mercado de US$ 70 bilhões e que em 2010 representará US$ 100 bilhões.

Lamentavelmente, o Brasil ainda participa com menos de 1%, mas esta história está sendo reescrita por empresas como Totvs e Spring Wireless.

As empresas brasileiras perceberam que só por meio de soluções originais e, ao mesmo tempo de alto valor agregado, conseguirão penetrar no atrativo mercado global de software. Temos que pensar grande. O Brasil é um dos países com maior índice de empreendedorismo do mundo!

Os modelos de fora não necessariamente entendem bem a forma de fazermos negócios. Via de regra, os modelos propostos pelos gringos são pouco flexíveis. Por isso, se quisermos nos tornar uma potência mundial em software, precisamos inovar. Mas, como hoje vivemos num mundo integrado, as empresas brasileiras precisam de parceiros que se adaptem a nosso modelo de crescimento.

Gigantes como IBM já utilizam empresas brasileiras para subcontratar o desenvolvimento de software, que posteriormente será exportado. Por que não o inverso Ou seja, empresas brasileiras se unindo para oferecer escala, qualidade e custos competitivos para os gigantes globais.

Em outras palavras, precisamos sair da inércia e usar a potência do adversário, que momentaneamente pode ser um parceiro, para entrar em seus próprios mercados.

Como no judô, estaríamos utilizando a força do adversário para vencê-lo e isso não é apenas lícito, como inteligente.

Marcelo Astrachan, presidente da Cyberlynxx, Rio de Janeiro e São Paulo

A Academia 2.0 é um conjunto de treinamentos realizados dentro do Grupo RMA para nossos colaboradores, que publicamos e disponibilizamos na internet para todos. A Oficina de Twitter é a primeira de uma série de oficinas práticas sobre mídias sociais, implantadas para acelerar os processos do PR 2.0.

Após uma introdução e abordagem “técnica” explicando a mecânica do twitter, a oficina foca em boas práticas, o uso pessoal e corporativo, como monitorar seu mercado e por fim propõe algumas idéias e discussões sobre possibilidades e presença de marca na web.

Aproveitem!

Você também pode ver ou baixar os slides ou ver também as apresentações anteriores.

Se você estiver com problemas para ver o vídeo acima, pode tentar vê-lo no vimeo.

Fonte: Jornal do Commercio

trench_jcommercio_210509_Seguindo tendência internacional que se vislumbra irreversível, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) firmou, em 07 de abril, o chamado “Protocolo Verde” com o Ministério do Meio Ambiente. Pelo Protocolo, os bancos que a ele aderirem, tornando-se pois seus “signatários”, deverão envidar seus melhores esforços para: (i) oferecer linhas de financiamento e programas que fomentem a qualidade de vida e o uso sustentável do meio ambiente; (ii) considerar os impactos e custos socioambientais na gestão de ativos e análise de projetos; (iii) promover o consumo consciente; e (iv) informar, sensibilizar e engajar as partes interessadas em políticas sustentáveis. Efetivamente, desde os Princípios do Equador, criados pelo Banco Mundial em 2003, diversos bancos internacionais passaram a exigir, como condição para empréstimos, que seus clientes inserissem a variável ambiental em seus projetos de financiamento. Ademais, no País, a vinculação de créditos oficiais ao licenciamento ambiental encontra-se desde 1981, pela Lei que institui a Política Nacional do Meio Ambiente. Assim, importantes bancos de desenvolvimento, tanto nacionais como internacionais, já incluíam dentre os critérios de análise de crédito, o atendimento, pelo financiado, à legislação ambiental, à exigência de apresentação de avaliações ambientais e à adoção boas práticas sócio-ambientais.

O Protocolo Verde, contudo, abre uma nova perspectiva para a implantação de critérios ambientais mais amplos, adequados e eficazes. A par das razões universalmente aceitas como necessárias para a manutenção da qualidade da vida e mesmo da sobrevivência do planeta em geral, nenhum banco pode, hoje, correr o risco de emprestar ou fazer negócios com empresas que estejam ou possam vir a estar respondendo por infrações ou crimes ambientais e sociais. A responsabilidade das empresas, nesse campo, cresceu enormemente a partir do desenvolvimento das leis ambientais. E, ainda que os bancos estejam assumindo apenas uma obrigação de melhores esforços, não sendo responsáveis em princípio por eventuais abusos ou infrações praticadas exclusivamente pelos seus clientes, ao inserir a questão da ambiental nas análises de crédito e de risco, eles irão sem dúvida contribuir para que projetos não-sustentáveis ou agressivos ao meio ambiente não tenham acesso ao crédito. E tendo os bancos, em geral, se tornado mais estruturadores de financiamentos e de negócios do que meros mutuantes de dinheiro, espera-se que esses princípios também venham a estar presentes nos negócios de financiamentos estruturados, emissões no mercado de capitais, fusões e aquisições, financiamentos de projeto e outros, nos quais os bancos estão presentes não somente como fornecedores de capital, mas principalmente como viabilizadores de operações estruturadas.

O Protocolo traz três tipos de medidas, entre princípios e diretrizes. Duas delas são destinadas aos clientes dos bancos signatários, destacando-se princípios relativos ao oferecimento de linhas de crédito e produtos capazes de fomentar o desenvolvimento sustentável, assim como as diretrizes de consideração da variável sócio-ambiental e climática na avaliação dos riscos do financiamento, como condição para sua concessão, e da verificação do cumprimento da legislação ambiental pelos potenciais tomadores. A terceira se aplica ao próprio banco, versando sobre a observância aos aspectos ambientais nas compras de produtos e serviços, na busca de gestão sustentável de seus ativos e na busca de incentivos a uma maior eficiência ambiental no desenvolvimento de suas atividades, além de redução, reciclagem e reutilização de materiais.

Viabilidade – O Protocolo torna ainda mais importante a avaliação prévia da viabilidade do empreendimento sob o enfoque de compliance às leis municipais, estaduais e federais relativas à proteção de ecossistemas, de comunidades locais, de bens de valor histórico-cultural etc. A questão sócio-ambiental é de fato um tema atual e de grande interesse. Vislumbra-se, no futuro próximo, tanto no País como alhures, a implantação de inúmeros projetos de energia renovável, recuperação ambiental, reciclagem, apenas para citar algumas poucas atividades nesse campo. Também se espera a reestruturação regulatória do mercado de créditos de carbono, na questão chamada “Pós-Kyoto”. Este tema será discutido de maneira ampla na convenção anual internacional chamada “Carbon Expo”, que este ano ocorrerá em Barcelona, Espanha, na última semana de maio e que contará com a presença de inúmeros participantes interessados no setor, como bancos públicos e privados, organismos internacionais, organizações não-governamentais, fundos de investimento, empresas e governos. Contrariamente à maioria dos eventos similares, financeiros e de negócios, que têm sido abalados pela crise atual, a Carbon Expo espera um número ainda maior de participantes este ano do que o ano passado, que ocorreu antes do começo da crise. Não há duvida, assim, que o ressurgimento dos negócios a partir da recuperação e da saída da atual crise será pautado pela questão sócio-ambiental e pelos investimentos sustentáveis. Isto está em toda a parte, nos currículos das escolas, nas discussões das comunidades, nos discursos oficiais de praticamente todas as nações. A Febraban, nesse contexto, demonstra que os bancos brasileiros, mais uma vez, estão se colocando à frente de muitos dos seus pares do mercado global.

* José Augusto Martins, especializado em direito internacional e bancário, sócio de Trench, Rossi e Watanabe Advogados; Luciana V. Pereira e Renata Amaral são associadas do grupo de direito ambiental e mudanças climáticas do mesmo escritório.

21
mai

Adeus a classe executiva

por RMA

Fonte: Você SA
Os cortes nos benefícios dentro das empresas chegaram aos diretores e vice-presidentes

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Por ROSELI LOTURCO – Primeiro veio o corte das viagens de trabalho ao exterior. Depois vieram os bônus menores. Agora, mais empresas estão revendo seu quadro de executivos e os rechonchudos pacotes de benefícios oferecidos ao alto escalão. Em 2009, a vida de presidentes, vice-presidentes e diretores não será nada fácil — e pior, sem nenhum glamour. Estudo feito pela Mercer Consulting com mais de 170 médias e grandes empresas com sede no Brasil mostra que 25% delas já efetuaram reduções de até 25% dos cargos de gerência, diretoria e vice- presidência nos últimos cinco meses. Outras 20% disseram que poderão promover ajustes no quadro de executivos até o final de 2009. As companhias mais afetadas são justamente aquelas que estão no epicentro da crise: construção, siderurgia, mineração, automotivo, bens duráveis e exportadoras.

No mês passado, a rede varejista Ponto Frio, que atravessa sérias dificuldades econômicas, extinguiu sete diretorias e se pôs à venda. O Grupo Pão de Açúcar demitiu 20 diretores no fim de 2008 e recentemente remanejou, mais uma vez, cargos na alta gerência. As razões apresentadas foram redução de custos e de burocracia, para aumentar a rentabilidade da companhia. A Natura, do setor de higiene e cosméticos, dispensou três profi ssionais do alto escalão no fim do ano passado sob alegação de reorganização da empresa: um diretor jurídico, um do núcleo de fragrâncias e um de criação e submarcas. A SAP, fabricante de software, depois de dois meses de processo seletivo, escolheu o novo presidente no país, Luís César Verdi. Ele assume o comando da subsidiária no lugar de Alberto Ferreira, que não chegou a completar um ano e meio no posto. Há indícios de que empresas como Brastemp, do grupo Whirlpool, construtora Odebrecht e Grupo Votorantim também devem ajustar algumas diretorias para se adequarem a um período de vendas mais escassas. “O setor financeiro é outro no qual começa a haver um excedente de executivos”, diz Adilson Parrella, sócio-diretor da consultoria Korn/Ferry International.

A pesquisa da Mercer indica ainda que os reajustes de salários-base este ano deverão ocorrer em percentuais menores do que no ano passado, só repondo a infl ação. Cerca de 30% das empresas ouvidas pretendem reduzir em até 50% os aumentos salariais previstos em orçamento para 2009. Com relação aos benefícios, devem rever os planos de saúde e diminuir regalias. Políticas em relação à troca de automóveis, ao uso de combustível e quilometragem livres devem ficar restritas a limites menores.

AÇÕES TRABALHISTAS

As demissões sem justa causa e as reduções de benefícios começam a gerar uma onda de processos trabalhistas dos executivos contra as grandes empresas. A legislação brasileira pode vir a garantir o pagamento de indenizações milionárias. Os precedentes são raros, mas todos com ganho de causa ao empregado. “Esse é um comportamento absolutamente novo. Tenho 20 casos dessa natureza, que entraram no meu escritório nos últimos três meses. Antes era um a cada três anos”, diz Antonio Carlos Vianna de Barros, sócio da Demarest & Almeida Advogados. Segundo ele, aumentou o número de executivos que estão buscando a Justiça do Trabalho para assegurar seus direitos. Em alguns casos, isso acontece em resposta às ações movidas pelas empresas, que demitem seus diretores e os acionam na Justiça pelos prejuízos decorrentes da crise. Um exemplo é a Sadia, que no mês passado decidiu mover ação contra Adriano Lima Ferreira, ex-diretor de finanças e desenvolvimento corporativo da companhia. O executivo será processado por operação com derivativos que causou um prejuízo líquido de 2,48 bilhões de reais em 2008. Adriano vai responder com outro processo.

A maioria dos casos, no entanto, envolve multinacionais com sede no país que querem adotar aqui práticas trabalhistas de seus países de origem — como a redução salarial e do plano de benefícios. Nos Estados Unidos, as relações de trabalho se dão por contratos entre o executivo e a empresa. No Brasil, os contratos são regidos pelas leis, que se sobrepõem a esses acordos. A advogada Ana Paula Ferreira Vizintini, sócia da Trench, Rossi e Watanabe Advogados, explica que os contratos de trabalho estabelecidos entre executivos e empresas no Brasil são recheados de benefícios diferenciados. Daqui pra frente, diz ela, esses acordos serão tratados com o mesmo rigor que a Justiça do Trabalho trata garantias como férias, FGTS e 13o salário, por exemplo. “Os executivos estão percebendo isso e estão mudando de postura. Querem que todos os benefícios extras sejam incorporados no processo de rescisão”, diz a advogada.

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