Com a chegada do inverno, as campanhas de doação de agasalho começam a se espalhar na cidade. Há duas semanas, os colaboradores das empresas do Grupo RMA aderiram à campanha Quanto mais gente, mais quente e arrecadam agasalhos e cobertores que serão distribuídos em albergues, hospitais e em 2 mil entidades cadastradas no FUSSESP (Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo).
Aos interessados em colaborar com a campanha, veja aqui o posto de arrecadação mais próximo.
Sim, as empresas vão continuar precisando muito deles daqui para a frente. Mas a forma de manter os imperdíveis e motivá-los terá de ir além dos bônus
Ana Luiza Herzog – Já se tornou consenso – pelo menos no discurso corporativo – que empresas competentes são formadas por pessoas competentes. São os talentos, conceito que ganhou notoriedade na década de 90, que inovam, criam, desenvolvem os melhores produtos e serviços e levam aos melhores resultados. É da cabeça deles, também, que saem as ideias e as estratégias capazes de fazer a diferença em momentos de estresse na economia e de retomada do crescimento. Essa é a teoria – uma bela e verdadeira teoria. Mas, na prática, os líderes empresariais se perguntam hoje como manter e motivar as melhores pessoas num mundo onde a farra dos bônus, o rali dos salários e as opções de ações já não têm mais lugar.
É nessas horas que companhias de todos os setores começam também a se questionar quem, de fato, pode ser chamado de talento. Analise o caso da paranaense Bematech, fabricante de equipamentos de automação comercial que nasceu num laboratório universitário, cresceu, ultrapassou as fronteiras do mercado brasileiro e chegou à bolsa de valores num prazo de pouco mais de uma década. Até o estouro da crise mundial, no ano passado, a Bematech mantinha uma relação de 35 nomes de profissionais considerados imperdíveis. Eram funcionários a partir do nível de coordenadoria, que geravam resultados acima da média para o negócio e deveriam ser mantidos a qualquer custo. No início de 2009, a lista de notáveis da Bematech perdeu nove integrantes – embora nenhum desses profissionais tivesse deixado a empresa.
Diante dos efeitos gerados pela crise – necessidade de preservar o caixa, queda na cotação das ações, entre outros -, a companhia subiu a régua que usava para definir quem são seus melhores funcionários. Afinal, desenvolvê-los e recompensá-los continua a ser vital, mas envolve dinheiro. E, quanto maior é a lista dos eventuais talentos, maior é o investimento a ser feito. “A mudança no cenário econômico nos obrigou a ser mais criteriosos na hora de conceder benefícios especiais”, afirma Luiz Carlos Valle Ramos, vice-presidente de desenvolvimento organizacional da Bematech. O número de funcionários que recebiam opções de ações da empresa também foi reduzido. Em 2007, quando a Bematech abriu seu capital, 150 funcionários -12 diretores, 30 gerentes e mais de 100 analistas, assistentes e coordenadores – ganharam uma cota de opções de ações. Neste ano, apenas 40 profissionais receberam o benefício.
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Com a crise, as matrizes das multinacionais, por exemplo, não só começaram a questionar os reajustes anuais de salários concedidos aos executivos brasileiros como estão introduzindo uma nova moda: a do pagamento de bônus em até três parcelas anuais. “Os executivos estão se adaptando a isso sem reclamar, até porque não há tantas opções”, afirma Ana Paula F. Vizintini, advogada e sócia do Trench, Rossi e Watanabe, especialista na negociação de contratos de trabalho de altos executivos.
Fonte: InformationWeek Brasil
Retratação financeira, empregos por um fifo e um cenário marcado pela instabilidade. A época é de vacas magras, porém, os especialistas aconselham que os profissionais devem turbinar seus currículos para mostrar diferenciação dentro e fora da empresa. Mas quais os cursos que podem dourar o histórico do executivo e até significar melhores salários? Para Margot Nick, gerente da consultoria Kienbaum, especializada em recrutamento e seleção de altos executivos e média gerência, os cursos de gerenciamento de projetos e diplomas nas áresa de Itil e data mining estão na mira dos empregadores. “São temas que valorizam qualquer currículo”, afirma.
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A orientação é seguida à risca por Luiz Ferianzzi, 56 anos, analista de desenvolvimento sênior da Elumini. Com mais de 15 anos de experiência, o engenheiro eletrônico coleciona 1,3 mil horas de cursos de complementação e atualização. Atualmente, ele faz um curso de gestor de processo pela Association of Business Process Management Professionals (ABPMP) e um treinamento em arquitetura orientada a serviços (SOA). “Não há como trabalhar sem adquirir novos conceitos e abandonar o que você aprendeu no passado”, diz. em 2009, de olho na reciclagem, o analista pretende fazer outra bateria de cursos sobre gestão de projetos. “Investir em treinamento é uma maneira de estar ‘vivo’ no mercado e manter uma boa saúde profissional”.
Fonte: Valor Econômico
Oferecer tecnologias mais inteligentes, que possibilitem uma redução do custo operacional das operadoras brasileiras de telefonia, fixa e móveis, e que também satisfaçam as exigências dos consumidores por mais velocidade de acesso, é hoje uma estratégia comum aos principais fabricantes de sistemas e equipamentos de telecomunicações do país. “Trata-se de um mercado muito promissor, principalmente diante das pressões que as operadoras sofrem por diminuir seus custos, obter maior retorno dos investimentos em infraestrutura e melhorar a qualidade dos serviços prestados aos clientes”, avalia Herberto Yamamuro, presidente da NEC Brasil.
Segundo ele, a empresa aposta numa oferta de arquitetura convergente de sistemas de voz, transmissão e comutação, que suporte tanto a telefonia tradicional quanto a migração para o novo mundo da tecnologia IP (Internet Protocol). “A NEC já tem soluções inovadoras para as redes de terceira geração baseados na tecnologia W-CDMA, que começam a ser implantadas no Brasil, e se prepara para trazer soluções para redes 4G, baseadas no novo padrão LTE (Long Term Evolution), atualmente em desenvolvimento no Japão, Estados Unidos e Europa, capazes de transmitir informações a velocidades acima de 150 Mbps”, conta. No Brasil, a implantação do conceito LTE nas redes de telefonia depende ainda de liberação de freqüência pela Anatel.
De qualquer forma, o aumento do tráfego, tanto nas conexoes como nas redes móveis, de acordo com Luciana Paillo, vicepresidente da subsidiária brasileira da Ericsson, é o grande impulsionador do movimento de migração dos sistemas de telefônica para o mundo IP. “As centrais analógicas das redes tradicionais tiveram que ser modernizadas, adaptadas e otimizadas para atender as novas exigências dos usuários. Essas centrais se transformaram em redes digitais, e esse movimento contou com forte participação da Ericsson, desde o fornecimento de equipamentos para estações radio-base, passando pela infra-estrutura de acesso até backbone da rede”, diz ela.
Para atender à corrida das operadoras com vistas a cumprir as metas de universalização da Anatel, inclusive o cronograma de licenciamento das redes de terceira geração, a Ericsson está ampliando sua produção de módulos eletrônicos para estações radio-base 2G/3G, equipamentos de transmissão e para o core (núcleo) da rede, da fábrica da companhia em São José dos Campos, em São Paulo. “O objetivo é suportar o crescimento do mercado, tornar-se cada vez mais competitiva e preparar a empresa para o futuro”, diz Luciana. A Ericsson, indica a executiva, acredita que as redes GSM e 3G continuarão em expansão e que os serviços gerenciados, para otimização de custos, ganharão espaço entre as operadoras.
No caso das redes móveis, a Alcatel-Lucent também está decidida a se engajar no desenvolvimento do novo padrão de rede LTE, reaproveitando os vultosos investimentos realizados ao longo das duas últimas décadas em redes 2G/3G GSM/UMTGS e CDMA/EVDO, que possibilitam infinitas conexões wireless (TV de alta definição, sistemas de monitoramento remoto, jogos eletrônicos on line com diversos jogadores, até monitoramento de frotas). Como no Brasil isso a não será uma solução imediata, por falta de regulamentação, a empresa investe no desenvolvimento de estações radio-base miniaturizadas para desafogar o tráfego do sistema de telecomunicações em áreas bastante complicadas, como aeroportos e prédios comerciais nas cidades, informa
A empresa expandiu seu portfólio para redes sem-fio para que as operadoras de telefonia móvel ofereçam serviços 3G CDMA e criem possibilidades futuras para implantar o conceito LTE (LongTerm Evolution) na mesma infraestrutura de rede. Segundo a empresa, seus produtos Converged RAN (Rede de Acesso por Rádio) suportam a oferta de uma ampla variedade de novos serviços móveis em banda larga, com baixo consumo de energia e emissão de carbono, reduzindo consequentemente os seus custos operacionais.
Quanto às redes fixas, segundo Reinaldo Gonçalves, gerente de produtos, a Alcatel-Lucent é hoje um grande fornecedor de sistemas para modernização das antigas redes TDMA. A empresa investe também na implementação de fibra óptica para levar internet não só para empresas, mas também para consumidores domésticos. A empresa concentra seus esforços na tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network), considerada solução para os congestionamentos de “última milha” em ligações de banda larga. Em fevereiro, a Alcatel-Lucent iniciou uma experiência com essa tecnologia na Telefônica, visando levar fibra óptica até a casa do assinante, possibilitando acesso em alta velocidade, permitindo receber diversos canais de televisão, internet, telefonia agregada e outros serviços.
A fibra óptica, aliás, é um mercado extremamente próspero para a indústria de telecomunicações no Brasil, confia Teresa Vernaglia, diretora-geral do Grupo AES Brasil, que atua através de duas companhias, a AES Elerropaulo Telecom e AES COM. As duas empresas juntas faturaram quase R$ 170 milhões em 2008. A AES tem como foco a prestação de serviços para as operadoras de telecomunicações, o que a caracteriza como uma “carrier’s carrier”. Seu principal produto é o acesso local (Last Mile) por meio da prestação de serviços de transporte de telecomunicações, que podem variar na velocidade até 2,5 Gbps, nas tecnologias SDH e Metro Ethernet. São mais de 4000 km de fibra óptica, que atendem todas as operadora; móveis e de internet nos dados de São Paulo e Rio de Janeiro. Dentro da preocupação de duzir custos e permitir à operadora incorporar mais benefícíos que afetem a percepção do usuário, a Nortel Brasil tem uma linha de equipamentos para redes óticas já instaladas em diversas operadoras do país. São sistemas que prometem melhor utilização da fibra óptica, possibilitando até dez vezes mais banda sobre a mesma fibra. Por meio economia de energia, obtida equipamentos mais eficiente que consigam substituir elementos da velha geração, reduzindo custos de operação e manutenção da rede, são feitas propostas de substituição de redes ligadas. Isso com retorno de investimento em aproximadamente 12 meses a 18 meses, somente considerando as economias de OPEX dada não só pela redução do número de elementos, também pela eficiência energética e a economia em manutenção e operação, destaca Patrícia V Io, diretora de vendas de serviços da Nortel.
Fonte: Consumidor Moderno
Plusoft colhe os frutos por ter apostado na ideia de que o cliente se torna rei nas relações entre empresa e consumidores, sendo hoje considerada sinônimo de CRM.
Enquanto o mundo corporativo ainda não consegui ainderificar que a força do cliente seria crucial nos processos decisórios de uma corporação, há 20 anos Guilherme Porto já trabalhava prevendo essa tendência. Juntamente com Fernando Macedo fundou a Plusoft, pioneira no mercado de CRM (Customer Relationship Management).









































